Passagem da bíblia:Numa ocasião, o apóstolo João disse a Jesus: "Mestre, vimos certo homem expulsar demônios (espíritos) pelo uso de teu nome, e tentamos impedi-lo, porque não nos acompanhava." Este homem, evidentemente, era bem sucedido em expulsar demônios (espíritos inferiores), porque Jesus disse: "Ninguém há que faça uma obra poderosa à base do meu nome que logo possa injuriar-me." Portanto, Jesus ordenou que não tentassem impedi-lo, "pois quem não é contra nós, é por nós". (Mc. 9:38-40. Entre Jesus e as religiões eu fico com Jesus.

1.8.09

Canção para Jesus




Desejava, Jesus,

ter um grande armazém de bondade constante,

maior do que os maiores que conheço,

para entregar sem preço

às criaturas de qualquer idade

as encomendas da felicidade,

sem perguntar a quem.


Eu desejava ter um braço mágico,

que afagasse os doentes,

sem qualquer distinção.

E um lar onde coubesse todas as criancinhas

para que não sentissem solidão.


Desejava Senhor,

todo um parque de amor

com flores que cantassem

embalando os pequeninos

que se encontram no leito

sem poderem sair.

E uma loja de esperança,

para todas as mães.


Eu queria ter comigo uma estrela

em cuja luz nunca pudesse ver os defeitos do próximo

e dispor de uma fonte cristalina,

de água suave e doce,

que pudesse apagar toda palavra que não fosse

vida e felicidade.


Eu queria plantar

um jardim de união junto de cada moradia,

para que as criaturas se inspirassem

no perfume da paz e da alegria.


Eu queria, Jesus,

ter os teus olhos retratados nos meus

a fim de achar nos outros,

nos outros que me cercam, Filhos de Deus

meus irmãos

a quem devo compreender e respeitar.


Desejava, Senhor, que a benção do Natal

estivesse entre nós, dia por dia,

e queria ter sido uma gota de orvalho na noite em que nasceste

a refletir, na pequenez da minha condição,

a luz que vinha da canção entoada nos Céus:


- "Glória a Deus nas Alturas,

paz na terra, boa vontade em tudo,

agora e para sempre!…"

 
 
(Página recebida por Francisco Cândido Xavier, em reunião pública 
da  Comunhão Espírita Cristã, na noite de 21/09/74,  em Uberaba, MG)

DCIFRANDO A PSICOGRAFIA DE CHICO XAVIER

por: Elsie Dubugras
.
Utilizando técnicas grafológicas, o professor Carlos Augusto Perandréa, criminologista e perito credenciado pelo Poder Judiciário, pesquisou diversas mensagens psicografadas pelo médium Chico Xavier. O trabalho de Perandréa mostra se de grande importância para os estudiosos da paranormalidade, principalmente por ter sido desenvolvido a partir de padrões científicos de análise.

Apesar das religiões ocidentais negarem a reencarnação e a presença de espíritos em nosso mundo físico, ao longo da história os homens tiveram sempre de enfrentar fenômenos para os quais a única explicação razoável é sua origem espiritual. Um desses fenômenos é a chamada escrita automática ou psicografia, área no qual o expoente máximo foi o médium brasileiro Francisco Cândido Xavier.

Chico psicografou milhares de mensagens e mais de 400 livros, tendo sido estudado por especialistas no tema do mundo todo. No Brasil. essa tarefa ficou por conta do dr. Carlos Augusto Penandréa, professor de datiloscopia e grafoscopia da direção do Banco do Brasil (de 1972 a 1986), professor adjunto do Departamento de Patologia, Legislação e Deontologia da Universidade de Londrina, Paraná, criminologista e perito credenciado pelo Poder Judiciário.

A pesquisa feita por Perandréa durou 13 anos e foi realizada de forma rigorosamente científica, pois, sendo ele um perito na área da grafologia, sabia como levantar e expor os dados de maneira adequada, apresentando suas conclusões como faria nos meios forenses. O professor começou a se interessar pelo tema durante um curso de Grafoscopia para Coordenadores do Banco do Brasil, realizado em Brasília emjulho de 1977. O primeiro trabalho por ele examinado foi uma psicografia de Chico Xavier obtida em 15 de maio de 1976 e atribuída ao espírito de Fausto Bailão Luiz Pereira um jovem de 15 anos que falecera num desastre automobilístico cerca de três meses antes.

A singularidade do assunto atraiu Perandréa, que começou a reunir os originais de outras mensagens psicografadas por Chico Xavier. Além disso, para fins comparativos, ele recolheu material escrito pelos desencarnados durante o tempo em que viveram neste mundo. Com esse acervo e utilizando se de sua perícia em grafologia, o pesquisador concluiu um cuidadoso estudo sobre o fenômeno da escrita automática, intitulado A Psicografia à Luz da Grafologia. A fim de entender melhor o seu trabalho, é interessante relatar aqui alguns elementos habitualmente empregados nesse tipo de análise.

Diferenças importantes Segundo especialistas, as palavras manuscritas contêm uma imensidão de detalhes informativos sobre seus autores, como idade, grau de cultura, profissão e estado psicossomático. A caligrafia de uma criança é diferente da de um adulto. Isso pode ser facilmente comprovado comparando se uma mesma palavra escrita por alguém na infância e na fase adulta a mudança em sua forma estética é evidente.

Tais diferenças são também encontradas na caligrafia de pessoas de culturas desiguais. Os eruditos escrevem com desenvoltura e criatividade; a letra de pessoas de cultura média continua subordinada à sua fase de aprendizagem; e as menos cultas escrevem vagarosamente, desenhando as palavras. Outro fator que modifica a caligrafia é o posicionamento de quem escreve: um braço bem apoiado produz traços diferentes daqueles obtidos quando não há um suporte normal. Além disso, existem ainda três formas de produção da escrita denominadas pelos grafólogos de mão forçada, mão guiada e mão auxiliada que mudam a letra original de uma pessoa. No primeiro caso, traços desordenados, por vezes ilegíveis, são produzidos em virtude de o autor ter sido forçado a escrever contra a sua vontade. As letras de mão guiada mostram se espaçadas, deformadas, com irregularidades de ligação, etc. e ocorrem quando a mão acha se inerte, como no caso de um paralítico ou de um agônico, tendo de ser guiada por outra pessoa. A caligrafia da mão auxiliada apresenta traços fracos, indecisos e deformados, por receber ajuda de outra pessoa diante da existência de uma impotência funcional qualquer, como lesões ou moléstias nervosas.

Foi usando estes e outros conhecimentos específicos que o professor Perandréa analisou a autoria de algumas mensagens psicografadas por Chico Xavier. O caso de Ilda Mascaro Saullo uma senhora que faleceu em Roma em dezembro de 1977, após longa enfermidade pode servir para mostrar como o grafologista conseguiu elementos que o levaram a acreditar na autenticidade das mensagens recebidas por Chico.

A mensagem em questão foi psicografada em 22 de julho de 1978, e para isso o médium usou lápis, três folhas de papel ofício sem pautas e terminou assinando o nome Ilda. Como peça de confronto, Perandréa conseguiu um cartão semelhante aos que são usados no Natal, cujo texto estava em italiano, não tinha data alguma. mas fora assinado com o mesmo nome: Ilda. Além disso, o pesquisador procurou também manuscritos naturais de Chico Xavier, anteriores e posteriores à data da psicografia.

O trabalho comparativo mostrou que, apesar da predominância de características gráficas do médium, destacavam se elementos gráficos da escrita de Ilda no corpo da psicografia e na assinatura.

Perandréa fez ainda uma seqüência gráfica por translucidez e observou outros importantes detalhes, como as coincidências entre certas letras, o encaixe perfeito das barras que cortam as letras "t", igualdade na abertura das hastes, nas extensões, na altura e na situação; em suas conclusões, declarou: "Essas igualdades absolutas, adicionadas às demais, definem o exame da autoria gráfica (...). A mensagem psicografada por Francisco Cândido Xavier, aos 22/7/78, atribuída a Ilda Mascaro Saullo, contém, conforme demonstração fotográfica (...), consideráveis e irrefutáveis características de Gênese Gráfica, suficientes para a revelação e identificação de Ilda Mascaro Sauflo como autora da mensagem questionada."

A pesquisa desenvolvida por Carlos Augusto Perandréa possui um duplo valor para os estudiosos dos fenômenos psíquicos. Primeiro, porque os dados por ele levantados comprovam a autenticidade do trabalho mediúnico de Chico Xavier, ajudando a demonstrar a possibilidade de sobrevivência do espírito e da comunicação entre o plano astral e o mundo físico. Segundo, porque todo trabalho foi elaborado a partir de técnicas objetivas de análise, aceitas pelo Poder Judiciário como instrumentos de comprovação da autoria de qual quer texto. Com isso, Perandréa marca um importante ponto contra aqueles que, invocando a autoridade científica, negam com veemência e dogmatismo a tese da sobrevivência da alma

Fonte:
Revista Planeta 224 - maio 91

Vidas sucessivas

Vidas sucessivas


"Não te maravilhes de te haver dito: Necessário vos é nascer de novo."Jesus. (JOÃO, 3:7.)
Francisco Cândido Xavier, ditado pelo espírito Emmanuel ("Caminho, Verdade e Vida")

A palavra de Jesus a Nicodemos foi suficientemente clara. Desviá-la para interpretações descabidas pode ser compreensível nosacerdócio organizado, atento às injunções da luta humana, mas nunca nos espíritos amantes da verdade legítima. A reencarnação é lei universal. Sem ela, a existência terrena representaria turbilhão de desordem e injustiça; à luz de seus esclarecimentos, entendemos todos os fenômenos dolorosos do caminho. O homem ainda não percebeu toda a extensão da misericórdia divina, nos processos de resgate e reajustamento.

Entre os homens, o criminoso é enviado a penas cruéis, seja pela condenação à morte ou aos sofrimentos prolongados. A Providência, todavia, corrige, amando... Não encaminha os réus aprisões infectas e úmidas. Determina somente que os comparsas de dramas nefastos troquem a vestimenta carnal e voltem ao palco daatividade humana, de modo a se redimirem, uns à frente dos outros. Para a Sabedoria Magnânima nem sempre o que errou é um celerado, como nem sempre a vítima é pura e sincera.

Deus não vê apenas a maldade que surge à superfície do escândalo; conhece o mecanismo sombrio de todas as circunstâncias que provocaram um crime. O algoz integral como a vítima integral são desconhecidos do homem; o Pai, contudo, identifica as necessidades de seus filhos e reúne-os, periodicamente, pelos laços de sangue ou na rede dos compromissos edificantes, a fim de que aprendam a lei do amor, entre asdificuldades e as dores do destino, com a bênção de temporário esquecimento.

Francisco Cândido Xavier, ditado pelo espírito Emmanuel ("Caminho, Verdade e Vida")

A Psicografia de Chico Xavier e os Meios Jurídicos

Lauro Denis

No nosso Direito Penal, há casos de repercussão internacional, cuja decisão judicial se fundamentou em comunicações mediúnicas psicografadas por Francisco Cândido Xavier, nas quais os Espíritos das vítimas de homicídio inocentaram os respectivos réus. Os casos mais conhecidos são os seguintes :


a) Crime de homicídio, ocorrido em Goiânia de Campina, Goiás, em maio de 1976, praticado por José Divino Gomes contra Maurício Garcez Henriques.

b) Crime de homicídio, acorrido em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, em março de 1980, praticado por José Francisco Marcondes de Deus contra a sua esposa Cleide Maria, ex-miss Campo Grande;

c) Crime de homicídio em Goiânia, nos anos 70. Henrique Emmanuel Gregoris, morto, psicografou cartas dividindo a responsabilidade da sua morte com seu algoz.

Em face desses três casos, a questão que se levanta é a seguinte : É juridicamente admissível, como prova judicial, mensagens psicografadas que digam respeito à determinação de responsabilidade penal ou de direitos e obrigações civis ? A resposta é afirmativa, desde que se trate de prova subsidiária e em harmonia com o conjunto de outras provas não proibidas no Sistema Geral do Direito Positivo.

Valter da Rosa, autor do Livro “Aspectos Éticos e Jurídicos - Parapsicologia : um Novo Modelo”, Ex-Promotor de Justiça e aposentado como Procurador de Justiça de Recife, afirma que se pode cogitar também da utilização da percepção extra-sensorial, em perícias judiciais a fim de respaldar informações existentes nos autos ou pertinentes ao processo, auxiliando a Magistratura e o Ministério Público na aplicação correta da Justiça em cada caso concreto. Assim, no elenco dos procedimentais periciais e até mesmo nas provas admitidas em Direito, poder-se-á, ad futurum, incluir os recursos obtidos de forma extra-material.

Como conseqüência do trabalho realizado pelo Instituto Pernambucano de Pesquisas Psicobiofisicas - I.P.P.P. - Ciência que integra a psicologia, a física e a biologia, a qual se estuda o lobo frontal, responsável pela crítica da razão; o cérebro funcionando eletricamente - aí entra a física, que serve de substrato para o pensamento crítico, que é o psicológico, a Constituição de Pernambuco, promulgada em 5 de outubro de 1989, obrigou-se a prestar assistência à pessoa dotada aptidão extra-sensorial conforme determina o seu Art. 174, em resumo :

O Estado e os Municípios, diretamente ou através de auxilio de entidades privadas de caráter assistencial, regularmente constituídas, em funcionamento e sem fins lucrativos, prestarão assistência ao superdotado, ao paranormal, o que inclui sensibilidades que extrapolam os sentidos orgânicos normais.

A Constituição de Pernambuco é pioneira no reconhecimento expresso da paranormalidade e efeitos extra-sensoriais, obrigando o Estado e os Municípios, assim como as entidades privadas que satisfizerem às exigências da Norma Constitucional, a prestar assistência à pessoa dotada desse talento, comprovado por profissionais especializados. Assim, diz o Ex-Procurador, os fenômenos paranormais que produzam conseqüências jurídicas poderão fundamentar Decisões Judiciais em qualquer área do Direito, com a admissão, inclusive, da utilização da paranormalidade nos trâmites processuais. Lembramos que toda mediunidade é paranormal, mas nem toda paranormalidade tem origens mediúnicas.

Paranormalidade e Mestrado de Direito :

Em 1993, a Dra. Lana Maria Bazílio Ferreira apresentou, na Faculdade de Direito da Universidade Federal de Pernambuco, a tese "A Paranormalidade em Face da Lei e do Direito", no Curso de Pós-Graduação em Direito, para a obtenção do seu Grau de Mestre.

Lá constam diversos aspectos de suas interpretações parapsicológicas relacionados à mediunidade. Reconhece também o ex-Promotor de Recife o alto valor de seu volumoso Trabalho e sua influência nos Meios Acadêmicos, assim como do seu pioneirismo em levar o tema ao domínio universitário, tornando-o familiar aos Profissionais do Direito.

Não restam dúvidas, portanto, da concreta existência de relações interdisciplinares entre a Parapsicologia, Psicobiofísica e o Direito.

Parapsicólogos, Mestres como a Advogada Lana Maria Bazílio e Juristas poderão discutir proveitosamente as questões científicas e legais da fenomenologia paranormal, definindo a utilização prática da "ação-percepção" que se daria sem o uso dos cinco sentidos conhecidos (visão, audição, olfato, gustação e somestesia) ou dos mecanismos motores conhecidos (movimento dos membros, etc), e possivelmente baseado em alguma força desconhecida que não as quatro usualmente aceitas pela ciência atual (gravitação, eletromagnetismo, força nuclear forte e força nuclear fraca), nas atividades Forenses e na elaboração de Legislação específica para a sua disciplinação.

Luiz Guilherme Marques, Juiz de Direito da 2ª Vara Cível de Minas Gerais, lembra a grande Síntese, obra magistral de Pietro Ubaldi, cognominada Evangelho da Ciência, onde se dizem coisas como, por exemplo :

" À proporção que o Juiz evolui, torna-se digno de conquistar o direito de julgar."

Por fim, registraremos aqui, in verbis, o teor das Decisões Jurídicas que envolveram as Cartas Psicografadas de Chico Xavier e a Decisão do Egrégio Tribunal de Justiça do Estado de Goiás. Para quem quiser ver um vídeo que resume um dos casos levados ao ar pela Globo, em 04.11.2004, poderá acessar o link, ao final. Quer for assinante, poderá assistir aos três episódios.

SENTENÇA PROFERIDA PELO JUIZ ORIMAR BASTOS, RECURSOS E DECISÃO DEFINITIVA :

Da longa motivação da Sentença do Meritíssimo Juiz de Direito da Sexta Vara Criminal, da Capital Goiana, Dr. Orimar Bastos, exposta às folhas 193/202 do Processo :

"No desenrolar da instrução foram juntados aos autos recortes de Jornal e uma mensagem Espírita enviada pela vítima, através de Chico Xavier, em que na mensagem enviada do além, relata também o fato que originou sua morte."

"Lemos e relemos depoimentos das Testemunhas, bem como analisamos as perícias efetivadas pela especializada, e ainda mais, atentamos para a mensagem espiritualista enviada, pela vítima aos seus pais."

"Fizemos análise total de culpapilidade, para podermos entrar com a cautela devida no presente feito "sub judice", em que não nos parece haver o elemento DOLO, em que foi enquadrado o denunciado, pela explanação longa que apresentamos. O Jovem José Divino Nunes, em pleno vigor de seus 18 anos, vê-se envolvido no presente processo, acusado de delito doloso, em que perdeu a vida de seu amigo inseparável Maurício Garcez Henrique."

"Na mensagem psicografada retro, a vítima relata o fato isentando-o. Coaduna este relato com as declarações prestadas pelo acusado, quando do seu interrogatório, às fls.100/vs. Por essa análise, fizemos a indagação :
"HOUVE A CONDUTA INVOLUNTÁRIA OU VOLUNTÁRIA DO ACUSADO, A FIM DE SE PRODUZIR UM RESULTADO ? QUIS O ILÍCITO ?"

"Afastado o dolo, poderia aventar-se a hipótese de culpa, mas na culpa existe o nexo de previsibilidade (...) José Divino, estando sozinho em seu quarto, no momento em que foi ligar o rádio, estava cônscio de que ninguém ali se encontrava. Acionou o gatilho inconscientemente. Donde se afastar a culpa, pois o fundamento principal da culpa está na previsibilidade."

"Julgamos improcedente a denúncia, para absolver, como absolvido temos, a pessoa de JOSÉ DIVINO NUNES, pois o delito por ele praticado não se enquadra em nenhuma das sanções do Código Penal Brasileiro, porque o ato cometido, pelas análises apresentadas, não se caracterizou de nenhuma previsibilidade. Fica portanto, absolvido o acusado da imputação que lhe foi feita.

Publique-se, Registre-se e Intimem-se.

Goiânia. 16 de julho de 1979

(a) ORIMAR DE BASTOS
Juiz de Direito, em plantão na 2ª Vara.

***
NATIONAL ENQUIRER ( E.U.A ) - " Psychic message from the grave clears suspect of murder. A message from de espirit world helped acquit a youth of murder.

By Gary Richman.

PSYCHIC NEWS ( London ) - "Jugde frees man in murder trial after reading victim's message."

By PN Reporter.

Aos 14 de agosto de 1979, o representante do MP, Dr. Ivan Velasco Nascimento, em exercício na 20ª Promotoria de Justiça, alicerçado nas disposições contidas no inciso VI, art. 581 do CPP, requereu ao Juiz de Direito, reforma da sentença ou a subida dos autos ao Egrégio Tribunal de Justiça do Estado de Goiás para o necessário reexame da mesma.

DA DECISÃO DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA :

Do Acórdão exarado pelo Egrégio Tribunal de Justiça de Goiás, constituído às fls. 246/256 do processo :

(...) Sobre a admissibilidade das Provas, dispõe o art. 155 do Código de Processo penal :

"No juízo penal, somente quanto ao estado das pessoas serão observadas as restrições à prova estabelecidas na Lei Civil".

Verifica-se, então, que no Juízo penal NÃO HÁ LIMITAÇÕES DOS MEIOS DE ROVA, SENDO AMPLA A INVESTIGAÇÃO, DILATADOS OS MEIOS PROBATÓRIOS, VISANDO ALCANÇAR A VERDADE DO FATO E DA AUTORIA, OU SEJA, DA IMPUTAÇÃO.

"Ensina Espínola Filho em seu Código de Processo Penal, vol. II/453 :

"Como resultado da inadmissibilidade de limitação dos meios de Provas, utilizáveis nos processos criminais, é-se levado à conclusão de que, para recorrer a qualquer expediente, reputado capaz de dar conhecimento da verdade, não é preciso seja um meio de prova previsto, ou autorizado pela Lei, basta não seja expressamente proibido, se não mostre incompatível com o sistema geral do Direito Positivo, não repugne a moralidade pública e aos sentimentos de humanidade e decoro, nem acarrete a perspectiva de dano ou abalo à saúde física ou mental dos envolvidos, que sejam chamados a intervir nas diligências.

JURI POPULAR :

Encerrados os debates, procedeu-se à votação secreta dos jurados, que absolveram o réu por seis votos a um.

O DD Procurador da Justiça, Dr. Adolfo Graciano da Silva Neto, em Parecer Criminal de nº 1/714/80, de 19 de setembro de 1980, acolheu a decisão dos jurados, concluindo assim, sua assertiva :

"De fato, e seria temeroso negar a evidência, a decisão encontra apoio na versão apresentada pelo réu que, por sua vez, tem alguma ressonância nos caminhos e vasos comunicantes da prova. Inquestionável que não se pode perquerir e aferir o grau valorativo dessa ou daquela versão, basta que o pronunciamento dos jurados se esteie em alguma prova, para que seja mantido. Inarredável que o caso fortuito é achadiço na prova, com a qual lidou o Juri e com base nela esteou o veredicto absolutório. Destarte, incensurável a decisão dos jurados. É o parecer que submeto à apreciação da Colenda Câmara Criminal, para as considerações que merecer". ( fls. 335/337 ).

ACÓRDÃO DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE GOIÁS, DE 23 DE OUTUBRO DE 1980 :

Tomaram parte no Julgamento final, presidido pelo Exmo. Sr. Desembargador Fausto Xavier de Resende, além do Relator, Des. Rivadávia Licínio de Miranda, os Des. Joaquim Henrique de Sá e Juarez Távora de Azeredo Coutinho ( Fls.341/344).

O Link da Globo, a seguir, permite ver um dos casos mostrados anteriormente. Procure na Playlist o Título : "Justiça - Chico Xavier". O assinante Globo poderá assistir o Programa na íntegra :

http://gmc.globo.com/GMC/0,,2465-p-MC25,00.html

É evidente que as decisões judiciais de Goiânia levaram em conta a reputação ilibada de Chico Xavier que deu exemplos para "muitos que se dizem cristãos", amando seu próximo como a ele mesmo. Chico Xavier poderia ter uma vida de opulências, com uma conta bancária de mais de 50 milhões de dólares, obtidos pela venda de seus livros, os quais foram traduzidos para diversos países, e no entanto, Chico Xavier viveu de forma simples e humilde. Ele doou tudo para Instituições de caridade, e sobreviveu somente com a sua aposentadoria.

Charlatanismo existe em TODOS os meios, inclusive os religiosos. Não seria qualquer um que convenceria os meios Jurídicos. Sem dúvida que tal fato gera polêmica. Muitos advogados são contra e isso é até bom pois senão muitos se aproveitariam para burlar a Justiça. É evidente que a postura moral de Chico Xavier pesou, e pesou muito para que sua cartas psicografadas fizessem parte dos autos do Processo.

Acredito que foram poucos os casos que envolveram a Justiça e a psicografia. Houve outro caso no Paraná, porém não houve absolvição, mas as cartas serviram como atenuantes da pena. Infelizmente não tenho mais dados precisos a respeito desse caso.

Uma outra que já li foi a Ação declaratória impetrada na 8ª Vara Civel do Rio de Janeiro pela viúva do escritor cearense Humberto de Campos, a qual exigia os Direitos Autorais de seu marido. A Ação foi julgada por sentença de 23 de agosto de 1944, do Dr. João Frederico Mourão Russell, Juiz de Direito em exercício na 8ª Vara Cível do antigo Distrito Federal. Tendo ela recorrido dessa sentença, o tribunal de Apelação manteve-a por seus Jurídicos fundamentos, tendo sido relator o então Ministro Álvaro Moutinho Ribeiro da Costa. Tal fato envolvendo o meio judicial está descrita no livro "A Psicografia ante os Tribunais", de Miguel Timponi, onde encontramos tríplice aspecto : jurídico, científico e literário.

Em subsídio ao contexto, o perito em Grafoscopia, Dr. Carlos Augusto Perandrea, escreveu um Livro chamado “A Psicologia a Luz da Grafoscopia” : É um Trabalho Científico inédito no mundo publicado na Revista Científica Semina da Universidade Estadual de Londrina. O autor prova a comunicação psicográfica comparando a letra (padrão) do indivíduo antes da morte e depois em mensagens mediúnicas (psicografia) analisando em laudo Técnico e chegando a conclusão de autenticidade gráfica.

Este Professor da Universidade Estadual de Londrina – Paraná, Criminólogo, com Especialização em Criminologia ; Perito Judiciário em Documentoscopia ; Credenciado pelo Poder Judiciário de Londrina ; Professor Universitário, na Universidade Estadual de Londrina, desde 1972 (Medicina Legal - Identificação Datiloscópica e Grafotécnica - Curso de Direito) ; Cadeira de Deontologia nos cursos de Fisioterapia e Odontologia ; Cadeira de Medicina Legal - Ciências Policiais no Curso de Especialização em Criminologia ; Perito Judiciário em Documentoscopia, confirma a autoria gráfica de mais de 400 psicografias (mensagem de "Espíritos") recebidas através do médium Chico Xavier quando comparadas com a grafia das pessoas enquanto ainda vivas (o que se constituiria em uma prova da sobrevivência da consciência humana ao fenômeno da morte física). Das 400 psicografias, 398 foram também confirmadas por outros peritos da área, ou seja, UMA CONFIABILIDADE DE MAIS DE 99,5%. A autenticidade deste Trabalho foi publicado na Revista Científica da Universidade de Londrina, a Revista Semina, em 1990, e igualmente apresentada, em outra oportunidade, em um Congresso Nacional, diante de mais de 500 Profissionais e Peritos da área, sem uma única contestação (!!!)

O método grafoscópico empregado por esse Perito é totalmente aberto a investigações, sendo amplamente utilizado pela Justiça, em casos de âmbito geral ( não me refiro à psicografia ) de todo o mundo há muito tempo (tanto para condenar um réu, como para absolver). A metodologia utilizada por Perandrea é a padrão em Grafoscopia Judiciária, que é uma área que tem sólido respaldo Científico já há muitas décadas, sendo importante assinalar que é uma atuação objetivando validar provas que venham a incriminar alguém e contribuir na condenação em Processos Judiciários.

O advogado criminalista Roberto Podval concorda que a psicografia não pode ser utilizada como única prova objetiva no direito. “Materialmente falando, isoladamente não é prova válida. Mas pode ter um caráter subjetivo e indicar ao juiz algum caminho.” E de acordo com o Juiz Federal aposentado Zalmino Zimmermann, é cada vez mais comuns casos de juízes que aceitam cartas psicografadas como provas. “Claro que depende da qualidade e da autenticidade da prova”, explicou. Os casos, porém, não estão catalogados para consulta em separado“, disse o Juiz.

Fonte:
Lauro Denis

Alexandre Caroli: Psicografias de Chico Xavier nas universidades

Conheci Alexandre Caroli já faz algum tempo. Foi em 2003, na ocasião em que um grupo de pesquisadores do tema espírita se reuniu com o objetivo de trocar experiências e informações a respeito do que estava sendo realizado até aquele momento nas universidades, tanto no Brasil como no exterior, levando em conta diversas áreas do conhecimento: medicina, psicologia, psiquiatria, física, química, história, letras, comunicação etc.

Alexandre e eu integrávamos o grupo de pesquisadores da área de Ciências Humanas. Outros dois grupos no encontro eram das Ciências Exatas e das Ciências Biomédicas. No período, Alexandre já havia concluído, em Letras, na Unicamp, sua dissertação de mestrado sobre o primeiro livro de Chico Xavier: Parnaso de Além-túmulo. Agora, em 2008, ele defendeu, também na Unicamp, sua tese de doutorado, sobre a qual fala nesta entrevista.

O que o levou a realizar projetos de pós-graduação, mestrado e doutorado, sobre a temática espírita, sobretudo referentes às psicografias de Chico Xavier, primeiro, tratando do livro inaugural do médium mineiro; depois, cuidando das publicações mediúnicas atribuídas ao escritor Humberto de Campos?

AC: Havia, desde a adolescência, o gosto pela leitura, mas sem idéia de que isso poderia virar uma profissão. Na graduação, li bastante o que estava à disposição de um modo geral: escritores brasileiros e estrangeiros. Tive, também, acesso aos estudos da linguagem, relacionados à literatura e à lingüística, que muito me auxiliaram para enfrentar os textos. Ainda na graduação, consegui duas bolsas de estudo para pesquisar o contista brasileiro Dalton Trevisan. Nessa época, minha irmã Cristina, que freqüentava um centro espírita em São Paulo, presenteou-me com um livro do Chico Xavier (1910-2002) intitulado Parnaso de Além-túmulo. Aos poucos, fui me interessando por aqueles curiosos poemas, atribuídos a dezenas de escritores "mortos". Pouco depois da graduação, comecei a cursar o mestrado. Após algumas indecisões, resolvi pesquisar esse livro de poemas. Escrevi um esboço de projeto e fui procurar um professor que aceitasse me orientar. Não foi tão difícil, como se poderia imaginar, visto que o tema é controverso. Na terceira tentativa, consegui um orientador, que me ajudou a concluir o projeto e me acompanhou ao longo da pesquisa, o professor Haquira Osakabe. A dissertação foi defendida em 2001. Em síntese, foi um estudo sobre o livro Parnaso de Além-túmulo, a sua formação, o seu histórico, as relações textuais que cinco conjuntos de poemas estabelecem com as obras dos poetas a quem são atribuídos, no caso: João de Deus, Antero de Quental, Guerra Junqueiro, Augusto dos Anjos e Cruz e Sousa. A quem se interessar, a dissertação está disponível na internet, no site da Biblioteca Digital da Unicamp. Depois, no doutorado, com o mesmo orientador, estudei os livros que Chico Xavier atribuiu a Humberto de Campos e a Irmão X. Os dois trabalhos foram financiados pela Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo).

Você encontrou, nessas suas pesquisas, o que eu chamaria de "elemento surpresa", aquilo que não se esperava encontrar?

AC: Sim, encontrei várias surpresas. Lembro-me, por exemplo, da surpresa que foi descobrir que, embora com as novidades da temática espírita, muitos dos poemas estudados continham, em diversos níveis, traços poéticos que iam ao encontro dos descritos pelos principais críticos dos autores estudados. No doutorado, fiquei novamente impressionado quando descobri, em alguns textos mediúnicos, a existência de certas camadas de leitura, relacionadas ao repertório literário de Humberto de Campos, que sugerem, digamos, um trabalho de relojoeiro. São achados de difícil assimilação.

Em seu trabalho, como você lidou com a questão mediúnica nesses textos?

AC: Para nós, leitores, o fator mediúnico é, grosso modo, uma declaração. Um médium afirma em público que o verdadeiro autor dos escritos que produziu é um autor espiritual. O leitor decide se aceita a alegação. A tendência, me parece, é o livro ser lido por aqueles que acreditam na autoria espiritual. Nos meus trabalhos, um primeiro passo para lidar com a questão foi observar como os textos psicografados foram entendidos por seus comentadores, quais leituras eles suscitaram. Mas a parte principal das pesquisas foram as análises textuais, orientadas pelo seguinte questionamento de fundo: o que o autor desses textos demonstra conhecer do repertório literário da autoria alegada?

Com relação ao procedimento de análise dos textos estudados, o que foi alterado, do mestrado para o doutorado?

AC: Uma diferença inicial foi a do registro: no mestrado, poesia; no doutorado, prosa. No primeiro, a análise dos poemas foi pautada em determinados estudos críticos a respeito dos autores. No segundo, com apoio de uma ampla bibliografia, fiz um estudo sobre Humberto de Campos com base no qual pautei as considerações a respeito dos livros mediúnicos atribuídos ao escritor. Mas, nos dois casos, estudei autores da literatura brasileira e portuguesa. Digo isso para diferenciá-los dos autores das páginas de Chico Xavier que não possuem uma obra escrita não mediúnica, a exemplo de Emmanuel, André Luiz e tantos outros.

Qual foi sua questão principal na tese sobre Humberto de Campos e Chico Xavier?

AC: É muito rico o material de estudo sobre Humberto de Campos e Chico Xavier, ainda mais quando se considera o "caso Humberto de Campos", ocorrido em 1944, quando a família do escritor moveu uma ação judicial contra o médium e a FEB. O processo provocou a substituição do nome do escritor para Irmão X. O meu estudo foi orientado pelo problema autoral dos livros que Chico Xavier atribuiu a Humberto de Campos e a Irmão X, questão que possui muitos desdobramentos. Minha pergunta foi a seguinte: como funciona a autoria nesses livros? Um dos pontos que mais me chamaram a atenção, ao longo da pesquisa, foram as estratégias usadas pelo autor para dar a entender que ele é o próprio Humberto de Campos após sua morte. Para isso, ele demonstra ser um perito naquilo que diz respeito ao escritor. Em dois capítulos da tese, procuro desvendar os procedimentos de que o autor lança mão para provocar o que chamei de "efeito de sobrevivência".

Como aconteceu a escolha do material? E a seleção, você trabalhou com quais títulos?

AC: Fiz uma longa pesquisa sobre Humberto de Campos e li seus textos reunidos em livros, que totalizam cerca de 45 volumes. Para obtê-los, tive que freqüentar muitos sebos, porque o escritor já caiu em esquecimento há várias décadas – embora seu nome tenha sobrevivido num outro espaço cultural, por meio dos textos de Chico Xavier a ele atribuídos, que continuam sendo reeditados. Quanto a estes, estudei os 12 livros que a FEB publicou entre 1937 e 1969, além de textos do mesmo conjunto autoral publicados na revista Reformador. A partir desse material, fui reunindo bibliografia para tratar das questões que surgiam durante o estudo.

Quais são os livros em que o autor espiritual mais se empenhou no diálogo com a obra de Humberto de Campos?

AC: São os três primeiros atribuídos ao escritor – Crônicas de além-túmulo (1937); Brasil, coração do mundo, pátria do evangelho (1938); e Novas mensagens (1940) – e o primeiro de Irmão X: Lázaro redivivo (1945). Na tese, eu explico por quê.

Como ter acesso à sua tese?

AC: Na internet, ela logo estará disponível na Biblioteca Digital da Unicamp.

Há outras psicografias de outros médiuns no Brasil que trazem o nome de Humberto de Campos? Você tratou disso também?

AC: Sei que existem, mas não fizeram parte da pesquisa.

E Chico Xavier, como ele entra em seu estudo? Isto é, qual o papel desempenhado por ele nesse conjunto de textos psicografados que você estudou?

AC: Em 1932, o primeiro livro de Chico Xavier foi resenhado duas vezes por Humberto de Campos, que morreria dois anos depois, em dezembro de 1934. Na época, ele era um dos escritores mais lidos do Brasil, e Chico Xavier, um jovem desconhecido. O médium começou a atribuir textos ao escritor em 1935. Nos anos 30 e 40, a grande popularidade de Humberto de Campos foi um dos fatores que projetaram nacionalmente o nome de Chico Xavier. Décadas depois, a situação se inverteu: o autor de Memórias foi esquecido, ao passo que o médium se tornou uma das personalidades de maior destaque em nosso país. Na tese, Chico Xavier também é visto como personagem de alguns de seus textos mediúnicos e, por meio de cartas dele próprio, tornadas públicas nos anos 80, observamos como ele reagia ao processo de 1944 e como eram os bastidores editoriais de parte de sua produção psicográfica. Na parte final da tese, falo da relação entre a presença de autores de prestígio em seus primeiros livros e a conquista de credibilidade de Chico Xavier como médium.

Das contribuições de sua tese para o público em geral, o que você poderia dizer aqui para concluir esta nossa entrevista?

AC: Em certo ponto do trabalho, falo do contraste entre os supostos conhecimentos de Chico Xavier, que declarava nunca ter estudado Humberto de Campos, e o conjunto de conhecimentos específicos, presentes em textos psicografados, que vem, necessariamente, de uma fonte que detém um especial domínio do repertório literário do escritor maranhense. Levando em conta contrastes como esse, acho que seria muito importante desenvolver novas pesquisas em diversas áreas, para tentarmos compreender os fenômenos da mediunidade de efeitos e seus devidos desdobramentos.

De minha parte, as descobertas sobre psicografia me trouxeram muitas indagações, que provavelmente me levarão a tantos outros estudos a esse respeito.

Texto publicado na edição 423 (set/out de 2008)

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(Emmanuel)
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