Passagem da bíblia:Numa ocasião, o apóstolo João disse a Jesus: "Mestre, vimos certo homem expulsar demônios (espíritos) pelo uso de teu nome, e tentamos impedi-lo, porque não nos acompanhava." Este homem, evidentemente, era bem sucedido em expulsar demônios (espíritos inferiores), porque Jesus disse: "Ninguém há que faça uma obra poderosa à base do meu nome que logo possa injuriar-me." Portanto, Jesus ordenou que não tentassem impedi-lo, "pois quem não é contra nós, é por nós". (Mc. 9:38-40. Entre Jesus e as religiões eu fico com Jesus.

26.12.10

Estudos Espíritas

Alimento Espiritual
Alma e Desencarnação
Alma e Fluidos
Alma e Reencarnação
Apresentação dos Desencarnados
Aura Humana
A Oração Coletiva
Centros Vitais
Cérebro e Energia
Conduta Afetiva
Corpo Espiritual
Corpo Físico
Correntes Mentais
Desdobramento
Desencarnação do Espírito
Desencarnação na Infância
Desobsessão
Estudando a Mediunidade
Equilíbrio e Prece
Evolução da Palavra
Evolução do Amor
Evolução e Cérebro
Evolução e Destino
Evolução no Tempo
Evolução e Sexo
Fluido Cósmico
Genealogia do Espírito
Gestação Frustrada
Grandeza da Oração
Hereditariedade
Invasão Microbiana
Justiça na Espiritualidade
Lei do Campo Mental
Linguagem dos Desencarnados
Matrimônio e Divórcio
Mecanismos da Mente
Mediunidade Curativa
Mediunidade e Vida
Nosso Lar
Obsessão
Psicofonia Consciente
Predisposições Mórbidas
Reencarnação e Evolução
Separação entre Cônjuges Espirituais
Sexo e Corpo Espiritual
Simbiose Espiritual
Umbral
Vampirismo Espiritual
Vida na Espiritualidade
Vida Social dos Desencarnados
Zonas Purgatoriais

Fonte : Blog Espírita da Bete

25.12.10

Fundada a Associação Jurídico-Espírita do Brasil (AJE-BRASIL)

Na última reunião do Conselho Federativo Nacional, realizada em novembro deste ano, foi apresentada a todos a ASSOCIAÇÃO JURÍDICO-ESPÍRITA DO BRASIL (AJE-BRASIL) fundada em 23/10/2010. Ente as suas metas para 2011, se encontra o incentivo à fundação das AJEs nos Estados que ainda não a possuem, através da realização de seminários jurídicos de orientação aos Centros Espíritas, com a participação de dirigentes e bacharéis em direito

Fonte e contatos:

Associação Jurídico-Espírita do Brasil

Psicografia

O que é psicografia?

Psicografia é uma das múltiplas possibilidades de expressão mediúnica existentes. Allan Kardec classifica-a como um tipo de manifestação inteligente, por consistir na comunicação discursiva escrita de um espírito, por intermédio de um homem, com quantos se prestem a ler-lhe os textos.

O mecanismo de funcionamento da psicografia, ainda segundo Kardec, pode ser consciente, semi-mecânico ou mecânico, a depender do grau de consciência do médium durante o processo de escrita.

Mecanismo de funcionamento

Consciente: No primeiro caso, o mais controverso e difícil de validar com o mínimo de objetividade, o médium tem plena consciência daquilo que escreve, apesar de não reconhecer em si a autoria das idéias contidas no texto. Tem a capacidade de influir nos escritos, evitando informações que lhe pareçam inconvenientes ou formas de se expressar inadequadas.

Semi-mecânico: O médium pode até estar consciente da ocorrência do fenômeno, perceber o influxo de idéias, mas é incapaz de influenciar no texto, que basicamente lhe escorre das mãos. O impulso de escrita é mais forte do que sua vontade de parar ou conduzir voluntariamente o processo.

Mecânico: No terceiro caso, o mais adequado para uma averiguação experimental controlada, o médium pode escrever sem sequer se dar conta do que está fazendo, incluindo-se aí a possibilidade de conversar com interlocutores sobre determinado tema enquanto psicografa um texto completamente alheio ao assunto em pauta. Isso porque, segundo Kardec, esses médiuns permitiriam ao espírito agir diretamente sobre sua mão ou seu braço, sem recorrer à mente.

22.12.10

Desperdício de palavras

Muitas vezes, quantas e quantas pessoas desperdiçam palavras, palavras que poderiam ser bem direcionadas, direcionadas para motivos bons e úteis. Mas não, muitas vezes são desperdiçadas palavras em direção ao próximo para ferir. E como essas palavras ferem fundo. No mais fundo da alma. E, o que é pior, uma vez ditas, não se pode recolhê-las de volta. Uma vez dita a palavra, como retomá-la?

Então, pensemos antes de qualquer coisa que se vai dizer. Pensar antes para não se arrepender depois.

Sabemos que uma palavra pode ferir mais que o mais frio punhal.

Então, engula as más palavras antes que elas saiam de vocês, pois retomá-las é impossível.

Dizer ferindo, magoando, machucando no mais fundo do ser, sem pensar, e depois se arrepender e, muitas vezes, com muito custo pedir perdão. Não. É melhor não dizer, não fazer, não ferir, para que não se necessite utilizar a palavra “perdão”, muitas vezes da boca pra fora e vazia de significado.

Fiquem com Deus.


Um espírito amigo



Psicografia recebida em reunião feita em SP, pela médium N. Ricci, em 2010.


Mãe querida

Mãe, mãe amada e adorada. Não tem dor maior do que a dor de uma mãe perder um filho. É dor sem medida, é dor sem igual. Mas, justamente por ser mãe, por ser uma mãe maravilhosa, é que deve continuar tendo força, tendo esperança e essa grande fé em Deus.

Mãe querida, ainda que te doa a dor, dor que é só tua, acredita que teu filho está melhor, muito melhor do que antes. Assim tinha de ser. Estava escrito no Grande Livro de Deus.




Psicografia recebida em reunião feita em SP, pela médium N. Ricci, em 2010.

20.12.10

Com a missão de ser o país espírita

Livro de Chico previu que o Brasil seria o principal centro da religião no mundo

POR DIEGO BARRETO

Rio - A morte não é barreira para Chico Xavier. No centenário de seu nascimento, o médium - morto em 2002 - protagoniza novo fenômeno: o crescimento sem precedentes do espiritismo. Embalados por inúmeros eventos, filmes e peças de teatro alusivos à data, centros espíritas de Norte a Sul do País registram aumento de até 50% de frequentadores (dados da Federação Espírita Brasileira), que buscam alívio e cura para o corpo e a alma na fé espírita.

“Vem crescendo significativamente o número de pessoas que buscam as casas espíritas, após os eventos do centenário do Chico e a exibição do filme ‘Nosso Lar’. Embora difícil de medir, já que somos mais de 15 mil centros no País, algumas casas experimentam crescimento da ordem de 50%”, afirma João Pinto Rebelo,
diretor executivo da federação.

Para atender a demanda de novos adeptos, algumas instituições já mudam horários de reuniões. No Lar de Frei Luiz, em Jacarepaguá, a fila do primeiro atendimento dá voltas na quadra esportiva. “Como as sessões de quartafeira terminam às 20h, a triagem precisa começar cedo. O público cresceu muito: de 30% a 40%. Nas semanas seguintes às estreias de ‘Chico Xavier’ e ‘Nosso Lar’, a procura foi ainda maior”, explica Wilson Vasconcelos, diretor administrativo da instituição, que recebe mais de 4 mil pessoas por semana.

No Instituto Espírita Bezerra de Menezes, no Centro de Niterói, as reuniões nas tardes de terça e quinta-feira lotam o salão. “Toda a divulgação do centenário de Francisco Cândido Xavier contribuiu muito para a busca pela doutrina. Nosso público aumentou em até 50%. Por semana, passam mais de mil pessoas por
aqui”, diz o diretor Hélio Loureiro.

A presidente do Centro Espírita Joanna de Ângelis, na Barra, Iraci Campos, destaca outro fenômeno importante para a disseminação dos conceitos espíritas: “Toda a divulgação do espiritismo na mídia foi extremamente positiva porque ainda havia muito preconceito. Muitas pessoas tinham pensamento completamente equivocado. Depois de ver os filmes, passaram a estudar o espiritismo. Nosso meio é filosofia, ciência e religião”, explica ela.

O escritor Marcel Souto Maior, que fez a biografia de Chico Xavier, chama atenção para a reunião de lançamentos no ano do centenário. Segundo ele, os dois filmes que ajudaram a projetar a imagem de Chico deveriam ter ficado prontos bem antes. “Houve muitos atrasos nas filmagens. Muita coisa dava errada. Mas curiosamente tudo deu certo para terminar só em 2010”, surpreende-se ele, autor do livro ‘As vidas de Chico Xavier’.

Uma das mais famosas obras de Chico,‘Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho’, psicografada em 1938, revela que o País teria sido escolhido para a missão celeste de se tornar o centro mundial da fé espírita. Com o crescimento, a mensagem ganha ares de profecia. O número de praticantes cresceu 200% em 60 anos. Atualmente, são mais de 2,5 milhões de adeptos. Isso sem contar os 30 milhões de simpatizantes. Muitos até de outras religiões. “Chico sempre dizia que, quando não estivesse mais aqui, a palavra de Jesus seria mais espalhada”, afirma Eurípedes Higino, filho adotivo de Chico Xavier.

O Conselho Espírita do Rio cadastrou 676 centros. Porém, o número ultrapassa mil. “Chico solidificou o espiritismo, colocou a semente na cabeça de muita gente e agora está desabrochando”, afirma Ronie Lima, autor do livro ‘Os caminhos espirituais da cura’.


Fonte: O Dia Online

19.12.10

Para quem está iniciando no Espiritismo.

Espiritismo tem como base:

A existência de Deus

A sobrevivência do espírito

A sua comunicabilidade

A reencarnação

A pluralidade dos mundos habitados

A justiça divina

14.12.10

Deus

A Gênese, capítilo ll


Deus


Existência de Deus


1. - Sendo Deus a causa primária de todas as coisas, a origem de tudo o que existe, a base sobre que repousa o edifício da criação, é também o ponto que importa consideremos antes de tudo.

2. - Constitui princípio elementar que pelos seus efeitos é que se julga de uma causa, mesmo quando ela se conserve oculta.

Se, fendendo os ares, um pássaro é atingido por mortífero grão de chumbo, deduz-se que hábil atirador o alvejou, ainda que este último não seja visto. Nem sempre, pois, se faz necessário vejamos uma coisa, para sabermos que ela existe. Em tudo, observando os efeitos é que se chega ao conhecimento das causas.

3. - Outro princípio igualmente elementar e que, de tão verdadeiro, passou a axioma é o de que todo efeito inteligente tem que decorrer de uma causa inteligente.

Se perguntassem qual o construtor de certo mecanismo engenhoso, que pensaríamos de quem respondesse que ele se fez a si mesmo? Quando se contempla uma obra-prima da arte ou da indústria, diz-se que há de tê-la produzido um homem de gênio, porque só uma alta inteligência poderia concebê-la. Reconhece-se, no entanto, que ela é obra de um homem, por se verificar que não está acima da capacidade humana; mas, a ninguém acudirá a idéia de dizer que saiu do cérebro de um idiota ou de um ignorante, nem, ainda menos, que é trabalho de um animal, ou produto do acaso.

4. - Em toda parte se reconhece a presença do homem pelas suas obras. A existência dos homens antediluvianos não se provaria unicamente por meio dos fósseis humanos: provou-a também, e com muita certeza, a presença, nos terrenos daquela época, de objetos trabalhados pelos homens. Um fragmento de vaso, uma pedra talhada, uma arma, um tijolo bastarão para lhe atestar a presença. Pela grosseria ou perfeição do trabalho, reconhecer-se-á o grau de inteligência ou de adiantamento dos que o executaram. Se, pois, achando-vos numa região habitada exclusivamente por selvagens, descobrirdes uma estátua digna de Fídias, não hesitareis em dizer que, sendo incapazes de tê-la feito os selvagens, ela é obra de uma inteligência superior à destes.

5. - Pois bem! lançando o olhar em torno de si, sobre as obras da Natureza, notando a providência, a sabedoria, a harmonia que presidem a essas obras, reconhece o observador não haver nenhuma que não ultrapasse os limites da mais portentosa inteligência humana. Ora, desde que o homem não as pode produzir, é que elas são produto de uma inteligência superior à Humanidade, a menos se sustente que há efeitos sem causa.

6. - A isto opõem alguns o seguinte raciocínio:

As obras ditas da Natureza são produzidas por forças materiais que atuam mecanicamente, em virtude das leis de atração e repulsão; as moléculas dos corpos inertes se agregam e desagregam sob o império dessas leis. As plantas nascem, brotam, crescem e se multiplicam sempre da mesma maneira, cada uma na sua espécie, por efeito daquelas mesmas leis; cada indivíduo se assemelha ao de quem ele provejo; o crescimento, a floração, a frutificação, a coloração se acham subordinados a causas materiais, tais como o calor, a eletricidade, a luz, a umidade, etc. O mesmo se dá com os animais. Os astros se formam pela atração molecular e se movem perpetuamente em suas órbitas por efeito da gravitação. Essa regularidade mecânica no emprego das forças naturais não acusa a ação de qualquer inteligência livre. O homem movimenta o braço quando quer e como quer; aquele, porém, que o movimentasse no mesmo sentido, desde o nascimento até a morte, seria um autômato. Ora, as forças orgânicas da Natureza são puramente automáticas.

Tudo isso é verdade; mas, essas forças são efeitos que hão de ter uma causa e ninguém pretende que elas constituam a Divindade. Elas são materiais e mecânicas; não são de si mesmas inteligentes, também isto é verdade; mas, são postas em ação, distribuídas, apropriadas às necessidades de cada coisa por uma inteligência que não é a dos homens. A aplicação útil dessas forças é um efeito inteligente, que denota uma causa inteligente. Um pêndulo se move com automática regularidade e é nessa regularidade que lhe está o mérito. É toda material a força que o faz mover-se e nada tem de inteligente. Mas, que seria esse pêndulo, se uma inteligência não houvesse combinado, calculado, distribuído o emprego daquela força, para fazê-lo andar com precisão? Do fato de não estar a inteligência no mecanismo do pêndulo e do de que ninguém a vê, seria racional deduzir-se que ela não existe? Apreciamo-la pelos seus efeitos.

A existência do relógio atesta a existência do relojoeiro; a engenhosidade do mecanismo lhe atesta a inteligência e o saber. Quando um relógio vos dá, no momento preciso, a indicação de que necessitais, já vos terá vindo à mente dizer: aí está um relógio bem inteligente?

Outro tanto ocorre com o mecanismo do Universo: Deus não se mostra, mas se revela pelas suas obras.

7. - A existência de Deus é, pois, uma realidade comprovada não só pela revelação, como pela evidência material dos fatos. Os povos selvagens nenhuma revelação tiveram; entretanto, crêem instintivamente na existência de um poder sobre-humano. Eles vêem coisas que estão acima das possibilidades do homem e deduzem que essas coisas provêm de um ente superior à Humanidade. Não demonstram raciocinar com mais lógica do que os que pretendem que tais coisas se fizeram a si mesmas?

Da natureza divina

8. - Não é dado ao homem sondar a natureza íntima de Deus. Para compreendê-Lo, ainda nos falta o sentido próprio, que só se adquire por meio da completa depuração do Espírito. Mas, se não pode penetrar na essência de Deus, o homem, desde que aceite como premissa a sua existência, pode, pelo raciocínio, chegar a conhecer-lhe os atributos necessários, porquanto, vendo o que ele absolutamente não pode ser, sem deixar de ser Deus, deduz daí o que ele deve ser.

Sem o conhecimento dos atributos de Deus, impossível seria compreender-se a obra da criação. Esse o ponto de partida de todas as crenças religiosas e é por não se terem reportado a isso, como ao farol capaz de as orientar, que a maioria das religiões errou em seus dogmas. As que não atribuíram a Deus a onipotência imaginaram muitos deuses; as que não lhe atribuíram soberana bondade fizeram dele um Deus cioso, colérico, parcial e vingativo.

9. - Deus é a suprema e soberana inteligência. É limitada a inteligência do homem, pois que não pode fazer, nem compreender tudo o que existe. A de Deus abrangendo o infinito, tem que ser infinita. Se a supuséssemos limitada num ponto qualquer, poderíamos conceber outro ser mais inteligente, capaz de compreender e fazer o que o primeiro não faria e assim por diante, até ao infinito.

10. - Deus é eterno, isto é, não teve começo e não terá fim. Se tivesse tido princípio, houvera saído do nada. Ora, não sendo o nada coisa alguma, coisa nenhuma pode produzir. Ou, então, teria sido criado por outro ser anterior e, nesse caso, este ser é que seria Deus. Se lhe supuséssemos um começo ou fim, poderíamos conceber uma entidade existente antes dele e capaz de lhe sobreviver, e assim por diante, ao infinito.

11. - Deus é imutável. Se estivesse sujeito a mudanças, nenhuma estabilidade teriam as leis que regem o Universo.

12. - Deus é imaterial, isto é, a sua natureza difere de tudo o que chamamos matéria. De outro modo, não seria imutável, pois estaria sujeito ás transformações da matéria.

Deus carece de forma apreciável pelos nossos sentidos, sem o que seria matéria. Dizemos: a mão de Deus, o olho de Deus, a boca de Deus, porque o homem, nada mais conhecendo além de si mesmo, toma a si próprio por termo de comparação para tudo o que não compreende. São ridículas essas imagens em que Deus é representado pela figura de um ancião de longas barbas e envolto num manto. Têm o inconveniente de rebaixar o Ente supremo até às mesquinhas proporções da Humanidade. Daí a lhe emprestarem as paixões humanas e a fazerem-no um Deus colérico e cioso não vai mais que um passo.

13. - Deus é onipotente. Se não possuísse o poder supremo, sempre se poderia conceber uma entidade mais poderosa e assim por diante, até chegar-se ao ser cuja potencialidade nenhum outro ultrapassasse. Esse então é que seria Deus.

14. - Deus é soberanamente justo e bom. A providencial sabedoria das leis divinas se revela nas mais pequeninas coisas, como nas maiores, não permitindo essa sabedoria que se duvide da sua justiça, nem da sua bondade.

O fato do ser infinita uma qualidade, exclui a possibilidade de uma qualidade contrária, porque esta a apoucaria ou anularia. Um ser infinitamente bom não poderia conter a mais insignificante parcela de malignidade, nem o ser infinitamente mau conter a mais insignificante parcela de bondade, do mesmo modo que um objeto não pode ser de um negro absoluto, com a mais ligeira nuança de branco, nem de um branco absoluto com a mais pequenina mancha preta.

Deus, pois, não poderia ser simultaneamente bom e mau, porque então, não possuindo qualquer dessas duas qualidades no grau supremo, não seria Deus; todas as coisas estariam sujeitas ao seu capricho e para nenhuma haveria estabilidade. Não poderia ele, por conseguinte, deixar de ser ou infinitamente bom ou infinitamente mau. Ora, como suas obras dão testemunho da sua sabedoria, da sua bondade e da sua solicitude, concluir-se-á que, não podendo ser ao mesmo tempo bom e mau sem deixar de ser Deus, ele necessariamente tem de ser infinitamente bom.

A soberana bondade implica a soberana justiça, porquanto, se ele procedesse injustamente ou com parcialidade numa só circunstância que fosse, ou com relação a uma só de suas criaturas, já não seria soberanamente justo e, em consequência, já não seria soberanamente bom.

15. - Deus é infinitamente perfeito. É impossível conceber-se Deus sem o infinito das perfeições, sem o que não seria Deus, pois sempre se poderia conceber um ser que possuísse o que lhe faltasse. Para que nenhum ser possa ultrapassá-lo, faz-se mister que ele seja infinito em tudo.

Sendo infinitos, os atributos de Deus não são suscetíveis nem de aumento, nem de diminuição, visto que do contrário não seriam infinitos e Deus não seria perfeito. Se lhe tirassem a qualquer dos atributos a mais mínima parcela, já não haveria Deus, pois que poderia existir um ser mais perfeito.

16. - Deus é único. A unicidade de Deus é consequência do fato de serem infinitas as suas perfeições. Não poderia existir outro Deus, salvo sob a condição de ser igualmente infinito em todas as coisas, visto que, se houvesse entre eles a mais ligeira diferença, um seria inferior ao outro, subordinado ao poder desse outro e, então, não seria Deus. Se houvesse entre ambos igualdade absoluta, isso eqüivaleria a existir, de toda eternidade, um mesmo pensamento, uma mesma vontade, um mesmo poder. Confundidos assim, quanto à identidade, não haveria, em realidade, mais que um único Deus. Se cada um tivesse atribuições especiais, um não faria o que o outro fizesse; mas, então, não existiria igualdade perfeita entre eles, pois que nenhum possuiria a autoridade soberana.

17. - A ignorância do princípio de que são infinitas as perfeições de Deus foi que gerou o politeísmo, culto adotado por todos os povos primitivos, que davam o atributo de divindade a todo poder que lhes parecia acima dos poderes inerentes à Humanidade. Mais tarde, a razão os levou a reunir essas diversas potências numa só. Depois, à proporção que os homens foram compreendendo a essência dos atributos divinos, retiraram dos símbolos, que haviam criado, a crença que implicava a negação desses atributos.

18. - Em resumo, Deus não pode ser Deus, senão sob a condição de que nenhum outro o ultrapasse, porquanto o ser que o excedesse no que quer que fosse, ainda que apenas na grossura de um cabelo, é que seria o verdadeiro Deus. Para que tal não se dê, indispensável se torna que ele seja infinito em tudo.

É assim que, comprovada pelas suas obras a existência de Deus, por simples dedução lógica se chega a determinar os atributos que o caracterizam.

19. - Deus é, pois, a inteligência suprema e soberana, é único, eterno, imutável, imaterial, onipotente, soberanamente justo e bom, infinito em todas as perfeições, e não pode ser diverso disso.

Tal o eixo sobre que repousa o edifício universal. Esse o farol cujos raios se estendem por sobre o Universo inteiro, única luz capaz de guiar o homem na pesquisa da verdade. Orientando-se por essa luz, ele nunca se transviará. Se, portanto, o homem há errado tantas vezes, é unicamente por não ter seguido o roteiro que lhe estava indicado.

Tal também o critério infalível de todas as doutrinas filosóficas e religiosas. Para apreciá-las, dispõe o homem de uma medida rigorosamente exata nos atributos de Deus e pode afirmar a si mesmo que toda teoria, todo princípio, todo dogma, toda crença, toda prática que estiver em contradição com um só que seja desses atributos, que tenda não tanto a anulá-lo, mas simplesmente a diminuí-lo, não pode estar com a verdade.

Em filosofia, em psicologia, em moral, em religião, só há de verdadeiro o que não se afaste, nem um til, das qualidades essenciais da Divindade. A religião perfeita será aquela de cujos artigos de fé nenhum esteja em oposição àquelas qualidades; aquela cujos dogmas todos suportem a prova dessa verificação sem nada sofrerem.

A Providência

20. - A providência é a solicitude de Deus para com as suas criaturas. Ele está em toda parte, tudo vê, a tudo preside, mesmo às coisas mais mínimas. É nisto que consiste a ação providencial.

«Como pode Deus, tão grande, tão poderoso, tão superior a tudo, imiscuir-se em pormenores ínfimos, preocupar-se com os menores atos e os menores pensamentos de cada indivíduo?» Esta a interrogação que a si mesmo dirige o incrédulo, concluindo por dizer que, admitida a existência de Deus, só se pode admitir, quanto à sua ação, que ela se exerça sobre as leis gerais do Universo; que este funcione de toda a eternidade em virtude dessas leis, às quais toda criatura se acha submetida na esfera de suas atividades, sem que haja mister a intervenção incessante da Providência.

21. - No estado de inferioridade em que ainda se encontram, só muito dificilmente podem os homens compreender que Deus seja infinito. Vendo-se limitados e circunscritos, eles o imaginam também circunscrito e limitado. Imaginando-o circunscrito, figuram-no quais eles são, à imagem e semelhança deles. Os quadros em que o vemos com traços humanos não contribuem pouco para entreter esse erro no espírito das massas, que nele adoram mais a forma que o pensamento. Para a maioria, é ele um soberano poderoso, sentado num trono inacessível e perdido na imensidade dos céus. Tendo restritas suas faculdades e percepções, não compreendem que Deus possa e se digne de intervir diretamente nas pequeninas coisas.

22. - Impotente para compreender a essência mesma da Divindade, o homem não pode fazer dela mais do que uma idéia aproximativa, mediante comparações necessariamente muito imperfeitas, mas que, ao menos, servem para lhe mostrar a possibilidade daquilo que, à primeira vista, lhe parece impossível.

Suponhamos um fluido bastante sutil para penetrar todos os corpos. Sendo ininteligente, esse fluido atua mecanicamente, por meio tão-só das forças materiais. Se, porém, o supusermos dotado de inteligência, de faculdades perceptivas e sensitivas, ele já não atuará às cegas, mas com discernimento, com vontade e liberdade: verá, ouvirá e sentirá.

23. - As propriedades do fluido perispirítico dão-nos disso uma idéia. Ele não é de si mesmo inteligente, pois que é matéria, mas serve de veículo ao pensamento, às sensações e percepções do Espírito. Esse fluido não é o pensamento do Espírito; é, porém, o agente e o intermediário desse pensamento. Sendo quem o transmite, fica, de certo modo, impregnado do pensamento transmitido. Na impossibilidade em que nos achamos de o isolar, a nós nos parece que ele, o pensamento, faz corro com o fluido, que com este se confunde, como sucede com o som e o ar, de maneira que podemos, a bem dizer, materializá-lo. Assim como dizemos que o ar se torna sonoro, poderíamos, tomando o efeito Pela causa, dizer que o fluido se torna inteligente.

24. - Seja ou não assim no que concerne ao pensamento de Deus, isto é, quer o pensamento de Deus atue diretamente, quer por intermédio de um fluido, para facilitarmos a compreensão à nossa inteligência, figuremo-lo sob a forma concreta de um fluido inteligente que enche o universo infinito e penetra todas as partes da criação: a Natureza inteira mergulhada no fluido divino. Ora, em virtude do princípio de que as partes de um todo são da mesma natureza e têm as mesmas propriedades que ele, cada átomo desse fluido, se assim nos podemos exprimir, possuindo o pensamento, isto é, os atributos essenciais da Divindade e estando o mesmo fluido em toda parte, tudo está submetido à sua ação inteligente, à sua previdência, à sua solicitude. Nenhum ser haverá, por mais ínfimo que o suponhamos, que não esteja saturado dele. Achamo-nos então, constantemente, em presença da Divindade; nenhuma das nossas ações lhe podemos subtrair ao olhar; o nosso pensamento está em contacto ininterrupto com o seu pensamento, havendo, pois, razão para dizer-se que Deus vê os mais profundos refolhos do nosso coração. Estamos nele, como ele está em nós, segundo a palavra do Cristo.

Para estender a sua solicitude a todas as criaturas, não precisa Deus lançar o olhar do Alto da imensidade. As nossas preces, para que ele as ouça, não precisam transpor o espaço, nem ser ditas com voz retumbante, pois que, estando de contínuo ao nosso lado, os nossos pensamentos repercutem nele. Os nossos pensamentos são como os sons de um sino, que fazem vibrar todas as moléculas do ar ambiente.

25. - Longe de nós a idéia de materializar a Divindade. A imagem de um fluido inteligente universal evidentemente não passa de uma comparação apropriada a dar de Deus uma idéia mais exata do que os quadros que o apresentam debaixo de uma figura humana. Destina-se ela a fazer compreensível a possibilidade que tem Deus de estar em toda parte e de se ocupar com todas as coisas.

26. - Temos constantemente sob as vistas um exemplo que nos permite fazer idéia do modo por que talvez se exerça a ação de Deus sobre as partes mais intimas de todos os seres e, conseguintemente, do modo por que lhe chegam as mais sutis impressões de nossa alma. Esse exemplo tiramo-lo de certa instrução que a tal respeito deu um Espírito.

27. - «O homem é um pequeno mundo, que tem como diretor o Espírito e como dirigido o corpo. Nesse universo, o corpo representará uma criação cujo Deus seria o Espírito. (Compreendei bem que aqui há uma simples questão de analogia e não de identidade.) Os membros desse corpo, os diferentes órgãos que o compõem, os músculos, os nervos, as articulações são outras tantas individualidades materiais, se assim se pode dizer, localizadas em pontos especiais do referido corpo. Se bem seja considerável o número de suas partes constitutivas, de natureza tão variada e diferente, a ninguém é licito supor que se possam produzir movimentos, ou uma impressão em qualquer lugar, sem que o Espírito tenha consciência do que ocorra. Há sensações diversas em muitos lugares simultaneamente? O Espírito as sente todas, distingue, analisa, assina a cada uma a causa determinante e o ponto em que se produziu, tudo por meio do fluido perispirítico.

«Análogo fenômeno ocorre entre Deus e a criação. Deus está em toda parte, na Natureza, como o Espírito está em toda parte, no corpo. Todos os elementos da criação se acham em relação constante com ele, como todas as células do corpo humano se acham em contacto imediato com o ser espiritual. Não há, pois, razão para que fenômenos da mesma ordem não se produzam de maneira idêntica, num e noutro caso.

«Um membro se agita: o Espírito o sente; uma criatura pensa: Deus o sabe. Todos os membros estão em movimento, os diferentes órgãos estão a vibrar; o Espírito ressente todas as manifestações, as distingue e localiza. As diferentes criações, as diferentes criaturas se agitam, pensam, agem diversamente: Deus sabe o que se passa e assina a cada um o que lhe diz respeito.

«Daí se pode igualmente deduzir a solidariedade da matéria e da inteligência, a solidariedade entre si de todos os seres de um mundo, a de todos os mundos e, por fim, de todas as criações com o Criador.» (Quinemant, Sociedade de Paris, 1867.)

28. - Compreendemos o efeito: já é muito. Do efeito remontamos à causa e julgamos da sua grandeza pela do efeito. Escapa-nos, porém, a sua essência íntima, como a da causa de uma imensidade de fenômenos. Conhecemos os efeitos da eletricidade, do calor, da luz, da gravitação; calculamo-los e, entretanto, ignoramos a natureza íntima do principio que os produz. Será então racional neguemos o princípio divino, por que não o compreendemos?

29. - Nada obsta a que se admita, para o principio da soberana inteligência, um centro de ação, um foco principal a irradiar incessantemente, inundando o Universo com seus eflúvios, como o Sol com a sua luz. Mas onde esse foco? É o que ninguém pode dizer. Provavelmente, não se acha fixado em determinado ponto, como não o está a sua ação, sendo também provável que percorra constantemente as regiões do espaço sem-fim. Se simples Espíritos têm o dom da ubiqüidade, em Deus há de ser sem limites essa faculdade. Enchendo Deus o Universo, poder-se-ia ainda admitir, a título de hipótese, que esse foco não precisa transportar-se, por se formar em todas as partes onde a soberana vontade julga conveniente que ele se produza, donde o poder dizer-se que está em toda parte e em parte nenhuma.

30. - Diante desses problemas insondáveis, cumpre que a nossa razão se humilhe. Deus existe: disso não poderemos duvidar. É infinitamente justo e bom: essa a sua essência. A tudo se estende a sua solicitude: compreendemo-lo. Só o nosso bem, portanto, pode ele querer, donde se segue que devemos confiar nele: é o essencial. Quanto ao mais, esperemos que nos tenhamos tornado dignos de o compreender.

A visão de Deus

31. - Se Deus está em toda parte, por que não o vemos? Vê-lo-emos quando deixarmos a Terra? Tais as perguntas que se formulam todos os dias.

À primeira é fácil responder. Por serem limitadas as percepções dos nossos órgãos visuais, elas os tornam inaptos à visão de certas coisas, mesmo materiais. Alguns fluidos nos fogem totalmente à visão e aos instrumentos de análise; entretanto, não duvidamos da existência deles. Vemos os efeitos da peste, mas não vemos o fluido que a transporta (1); vemos os corpos em movimento sob a influência da força de gravitação, mas não vemos essa força.

(1) Nota da Editora: Kardec escreveu de acordo com os conhecimentos da época, antes de 1894.

32. - Os nossos órgãos materiais não podem perceber as coisas de essência espiritual. Unicamente com a visão espiritual é que podemos ver os Espíritos e as coisas do mundo imaterial. Somente a nossa alma, portanto, pode ter a percepção de Deus. Dar-se-á que ela o veja logo após a morte? A esse respeito, só as comunicações de além-túmulo nos podem instruir. Por elas sabemos que a visão de Deus constitui privilégio das mais purificadas almas e que bem poucas, ao deixarem o envoltório terrestre, se encontram no grau de desmaterialização necessária a tal efeito. Uma comparação vulgar o tornará facilmente compreensível.

33. - Uma pessoa que se ache no fundo de um vale, envolvido por densa bruma, não vê o Sol. Entretanto, pela luz difusa, percebe que está fazendo sol. Se entra a subir a montanha, à medida que for ascendendo, o nevoeiro se irá tornando mais claro, a luz cada vez mais viva. Contudo, ainda não verá o Sol. Só depois que se haja elevado acima da camada brumosa e chegado a um ponto onde o ar esteja perfeitamente límpido, ela o contemplará em todo o seu esplendor.

O mesmo se dá com a alma. O envoltório perispirítico, conquanto nos seja invisível e impalpável, é, com relação a ela, verdadeira matéria, ainda grosseira demais para certas percepções. Ele, porém, se espiritualiza, à proporção que a alma se eleva em moralidade. As imperfeições da alma são quais camadas nevoentas que lhe obscurecem a visão. Cada imperfeição de que ela se desfaz é uma mácula a menos; todavia, só depois de se haver depurado completamente é que goza da plenitude das suas faculdades.

34. - Sendo Deus a essência divina por excelência, unicamente os Espíritos que atingiram o mais alto grau de desmaterialização o podem perceber. Pelo fato de não o verem, não se segue que os Espíritos imperfeitos estejam mais distantes dele do que os outros; esses Espíritos, como os demais, como todos os seres da Natureza, se encontram mergulhados no fluido divino, do mesmo modo que nós o estamos na luz. O que há é que as imperfeições daqueles Espíritos são vapores que os impedem de vê-lo. Quando o nevoeiro se dissipar, vê-lo-ão resplandecer. Para isso, não lhes é preciso subir, nem procurá-lo nas profundezas do infinito. Desimpedida a visão espiritual das belidas que a obscureciam, eles o verão de todo lugar onde se achem, mesmo da Terra, porquanto Deus esta em toda parte.

35. - O Espírito só se depura com o tempo, sendo as diversas encarnações o alambique em cujo fundo deixa de cada vez algumas impurezas. Com o abandonar o seu invólucro corpóreo, os Espíritos não se despojam instantaneamente de suas imperfeições, razão por que, depois da morte, não vêem a Deus mais do que o viam quando vivos; mas, à medida que se depuram, têm dele uma intuição mais clara. Não o vêem, mas compreendem-no melhor; a luz é menos difusa. Quando, pois, alguns Espíritos dizem que Deus lhes proíbe respondam a uma dada pergunta não é que Deus lhes apareça, ou dirija a palavra, para lhes ordenar ou proibir isto ou aquilo, não; eles, porém, o sentem; recebem os eflúvios do seu pensamento, como nos sucede com relação aos Espíritos que nos envolvem em seus fluidos, embora não os vejamos.

36. - Nenhum homem, conseguintemente, pode ver a Deus com os olhos da carne. Se essa graça fosse concedida a alguns, só o seria no estado de êxtase, quando a alma se acha tão desprendida dos laços da matéria que torna possível o fato durante a encarnação. Tal privilégio, aliás, exclusivamente pertenceria a almas de eleição, encarnadas em missão, que não em expiação. Mas, como os Espíritos da mais elevada categoria refulgem de ofuscante brilho, pode dar-se que Espíritos menos elevados, encarnados ou desencarnados, maravilhados com o esplendor de que aqueles se mostram cercados, suponham estar vendo o próprio Deus. É como quem vê um ministro e o toma pelo seu soberano.

37. - Sob que aparência se apresenta Deus aos que se tornaram dignos de vê-lo? Será sob uma forma qualquer? Sob uma figura humana, ou como um foco de resplendente luz? A linguagem humana é impotente para dizê-lo, porque não existe para nós nenhum ponto de comparação capaz de nos facultar uma idéia de tal coisa. Somos quais cegos de nascença a quem procurassem inutilmente fazer compreendessem o brilho do Sol. A nossa linguagem é limitada pelas nossas necessidades e pelo círculo das nossas idéias; a dos selvagens não poderia descrever as maravilhas da civilização; a dos povos mais civilizados é extremamente pobre para descrever os esplendores dos céus, a nossa inteligência muito restrita para os compreender e a nossa vista, por muito fraca, ficaria deslumbrada.

Fonte: Portal do Espírito.

13.12.10

Espiritismo e doutrina

União, Difusão e Crescimento do Espiritismo - Tema de Mestrado na Puc-SP

Pesquisa analisa o impacto no crescimento do contingente espírita causado pelos posicionamentos institucionais de suas lideranças, concretizadas nas Federativas Estaduais. A conclusão é que as Federativas contribuíram para a consolidação do Espiritismo no Brasil; destaca algumas ambigüidades e chama a atenção que as Federativas não subsidiam o Movimento Espírita com informações estratégicas, com base em dados censitários oficiais.

Trata-se da Dissertação de Mestrado defendida por Jeferson Betarello, na PUC de São Paulo, em 2009, no programa de Ciências da Religião, transformada em livro (Volume 2 da série “Espiritismo na Universidade”), editado pelo Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo Eduardo Carvalho Monteiro, em parceria com a Editora Unifran (Betarello, Jeferson; & Bueno, Cléria Bittar; Luz, Nadia Marcondes (Org.). UNIR PARA DIFUNDIR: O impacto das federativas no crescimento do Espiritismo. 1.e. São Paulo: Centro de Cultura, Documentação e Pesquisa do Espiritismo, 2010. 248p).

Informações: www.ccdpe.org.br

11.12.10

Rádios, Tvs e Programas.

Links :

Rádio Bom Espírito

Web Rádio Espírita Campinas

Rádio do Rio de Janeiro

Momento Espírita-clique no play

Rádio Espírita

Rede Boa Nova de Rádio

Rádio Fraternidade

TV MUNDO MAIOR

TVCEI

Rede Visão

Programa Transição

Jornais e Revistas Espíritas

Jornais:

Correio Espírita

Correio Fraterno

Folha Espírita

Jornal Espiritismo

Mundo Espírita

Palavra Espírita

Revistas :

O Consolador

O Cruzado

Reformador

Universo Espírita

Ser Espírita

Revista Cristã de Espiritismo

Revista do Espiritismo

Se não for sempiterna, é falsa a misericórdia divina infinita

Seguidores da teologia paulina e luterana pregam a salvação pela graça. Mas Jesus ensina que a cada um será dado de acordo com suas obras (São Mateus 16,27). Em certo sentido, está certa a teologia da graça, pois a nossa própria existência é uma graça de Deus. Mas ela é dada a todos nós, pois Deus não faz acepção de pessoas (Atos 10,34). São Paulo até ensinou que onde abundou o pecado, superabundou a graça (Romanos 5,20). Ninguém, pois, perde a salvação por falta da graça. Mas cabe a nós fazermos também a nossa parte.

A lei de causa e efeito é científica: "A cada ação corresponde uma reação de igual potência e reversibilidade". E, moralmente, ela não é só bíblica, mas universal. "Colhemos o que plantamos". Chamam-na também de carma. E ela nunca termina, pois cada ação dá origem a outra, automaticamente. E é por ela que acontece a nossa evolução espiritual sempiterna. O próprio são Paulo diz: "Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, nós somos os homens mais infelizes" (1Coríntios 15,19). De fato, em espíritos, nós somos imortais, colhendo no futuro os frutos da boa semeadura que fizermos na vida presente.

Fala-se muito na misericórdia infinita de Deus para conosco, o que tem muito a ver também com a imortalidade do espírito e o carma. Realmente, se a misericórdia de Deus é infinita, ela jamais termina, beneficiando, pois, o espírito que, por ser também imortal, jamais termina, esteja ele encarnado ou desencarnado. Aliás, se a misericórdia divina é infinita para nós, isso significa também que ela será sempre necessária, pois poderemos continuar errando em outras vidas, aqui na Terra ou em outros mundos. "A casa do Pai tem várias moradas".

Deus atua através dos seus espíritos (Hebreus 2,2; e 1,14). Os espíritos do bem, que agem em nome de Deus, são chamados na Bíblia de anjos. Mas os maus ou atrasados (ainda impuros) são também de Deus, e podem atuar, igualmente, em nome Dele. "Um espírito maligno da parte de Deus atormentava Saul" (1 Samuel 16,23). O "O Livro dos Espíritos", de Kardec, na questão 459, nos ensina também que os espíritos não só nos influenciam os pensamentos, mas até controlam a nossa vida. E são Paulo ensina que a nossa luta não é contra o sangue e a carne, mas contra as potestades do mal. Aliás, até Jesus foi tentado por um espírito. Mas "Deus sabe tirar do mal o bem". Exemplificando: se alguém ou um espírito de alguém me fizer um mal, esse mal pode ser a colheita minha de um mal semelhante que fiz. A pessoa ou espírito, que está me ofendendo, pode estar, pois, queimando meu carma, fazendo, pois, um bem a mim. E, em parte, é por isso, também, que Jesus ensinou que devemos perdoar sempre, não só sete vezes, mas setenta vezes sete, e que devemos amar até os nossos inimigos.

Deus é onisciente, sabe o passado, o presente e o futuro, e nos criou com amor. Se o nosso livre-arbítrio pudesse, pois, ser causa de uma condenação irremediável para nós, Deus jamais no-lo teria dado.

E a expressão de que a misericórdia de Deus é infinita só pode ser mesmo verdadeira, se ela for sempiterna, não podendo, pois, jamais, terminar com a morte do corpo, além de que, também, nós fomos criados por Deus para sermos, um dia, realmente felizes para sempre!


Fonte: Publicado no Jornal OTEMPO em 06/12/2010, Jose´Reis Chavez

8.12.10

Conheça a Bíblia

A palavra Bíblia vem do termo grego biblia, o qual tem o significado de pequeno livro, coleção de livros.


O livro que conhecemos como "A Bíblia" originou-se dos escritos sagrados do povo hebreu que divide-se em: A Lei, Os Profetas e Os Escritos, que no seu conjunto formam a parte que modernamente designamos de "O Velho Testamento". Com a evolução e o crescimento do cristianismo no mundo antigo, foram agregados às Antigas Escrituras os textos sobre a vida de Jesus, sobre as ações dos apóstolos e discípulos, mais as cartas dos primeiros líderes deste movimento e somando ainda, mais um livro profético, sendo designados em conjunto como o "Novo Testamento".


Alguns conceitos da Bíblia nos dias de hoje

A Doutrina Espírita divide a Lei Mosaica, contida no Velho Testamento, em 2 aspectos: divino e humano.


O aspecto divino dos ensinos de Moisés está contido nos Dez Mandamentos, que são a base para os direitos humanos em grande parte das civilizações modernas, e que foram ratificados por Jesus.


O aspecto humano é o somatório das outras leis que serviram para reger as relações entre os indivíduos do povo judeu na travessia de 40 anos do deserto e depois na construção do país na terra de Canaã. Nestas leis, estão contidas regras que hoje em dia são consideradas muito ultrapassadas, como por exemplo: o apedrejamento das mulheres adúlteras e o sacrifício de animais para Deus.


A proibição de falar com os "mortos":

Esta orientação de Moisés está contida no livro Deuteronômio, cap. 18, vs.11. Primeiramente queremos argumentar que se isto foi proibido é por que é possível falar com os que já morreram. E que Moisés proibiu o povo judeu de entrar em contato com os desencarnados, devido aos homens não estarem preparados para isto, além de trazerem péssimos hábitos do período em que estiveram escravos no Egito. Os egípcios, acreditando que os mortos eram deuses, desprezavam a crença do "Deus Único", pilar principal da obra de Moisés.


Em segundo lugar, Jesus conversou com os "mortos" Elias e Moisés, no Monte Tabor depois da transfiguração. Foi Jesus mesmo que nos disse que tudo o que Ele fizesse nós também poderíamos fazer.


A Doutrina Espírita encara o Velho Testamento como um conjunto de relatos das lutas, experiências, crenças e esperanças do povo judeu. E que devem ser interpretados à luz da razão e do bom senso, pois só assim iremos nos afastar da radicalização e do fanatismo, dois sentimentos que já causaram muito mal à humanidade.


O mais importante no estudo do Antigo Testamento é que devemos ter sempre em mente que os ensinos lá contidos, e que podem ser aproveitados, não devem jamais contradizer os ensinos do Mestre Jesus. Aqueles que os contradizem não devem ser considerados como ensinos morais, mas somente como informações históricas.


O Espiritismo pauta-se principalmente no Novo Testamento, tirando daí ensinos que podem nos explicar o sentido da vida e direcionar os nossos comportamentos de uma forma mais benéfica para aqueles que nos rodeiam.


Encaramos Jesus Cristo como o maior mestre que já apareceu sobre a Terra, e seus ensinos devem ser praticados sem rituais ou dogmas, mas como regras práticas de vida, que podem ser aplicadas no nosso dia-a-dia.


Jesus não veio fundar religiões, mas oferecer aos homens o caminho da salvação, que consiste em fazer o bem ao próximo, como gostaríamos que o outros nos fizessem, conforme as suas próprias palavras.


Download: Auto Ajuda Através da Bíblia


Fonte: Espiritismo Página Inicial


5.12.10

Nunca se está só

Nunca se queixem de solidão. Vocês não estão sós. Nunca. Ao redor de vocês há sempre amigos espirituais a lhes acompanhar os passos, a ampará-los nos tropeços, a carregá-los no colo quando necessário. Não se queixem. As queixas só servem para aborrecer mais e mais e não aliviam situação alguma.
Sejam fortes, perseverantes e tenham fé na caminhada em busca de Deus."


Psicografia recebida em reunião feita em SP, pela médium N. Ricci, em 2010.

Fardo de formiguinha

"A formiguinha carrega o alimento de que necessita e muitas vezes ele é maior do que ela. Mas ela pode carregar. Assim acontece com vocês. Nunca, nunca pensem que vocês não podem carregar o fardo da existência que lhes foi designado. Ele pode ser enorme, mas vocês conseguem carregar. Tudo é muito justo, muito correto. E Deus sabe da necessidade de cada um."


Psicografia recebida em reunião feita em SP, pela médium N. Ricci, em 2010.

3.12.10

Não temer o futuro

Vou contar um segredo: eu não morri. Estou vivo. A diferença é que posso ver você e você não me pode ver. Não lamentes, por isso, os que partem, eles somente precisaram atender ao chamado de Deus e mudar de casa, indo até a casa de Deus Pai. Irmãos, tenham mais confiança, mais fé, mais esperança. Não temer o futuro é melhor, é o caminho. Fiquem em paz."

Um amigo


Psicografia recebida em reunião feita em SP, pela médium N. Ricci, em 2010.

Lágrima de mãe

Cada lágrima que cai de uma mãe por seu filho que partiu faz no chão brotar sementes de luz que sobem na mais alta esfera a alcançar o ente querido. Assim, os filhos vão ficando cada vez mais iluminados por essas sementes de luz que sua mãe fez brotar. Saudade de mãe é santa, dor de mãe é sagrada, e Maria, mãe de Jesus, sempre e sempre cobre todas as mães que sofrem por seus filhos com seu manto luminoso e radiante. A proteção de Maria a todas as mães é bendita e é sem medida e infinita. Fiquem com Deus."

Uma amiga.


Psicografia recebida em reunião feita em SP, pela médium N. Ricci, em 2010.


1.12.10

"O fardo da existência

Irmãos que atravessam a existência como a carregar um fardo maior do que podem carregar. Não. O fardo, como já foi dito muitas vezes, sempre é proporcional ao que cada um pode carregar. Nem mais, nem menos. Mas justo, medido, calculado. Não o torne, com suas lamúrias, com suas tristezas, com sua falta de vontade, maior do que ele é. A existência muitas vezes se torna mais penosa por causa do próprio ser, que vê problema onde não há, que enxerga dor maior do que é, em vez de enxergar aprendizado e evolução. Como sempre é dito, nada é à toa. Tudo está de acordo com os desígnios de Deus, e nós, e mais ninguém, escolhemos passar o que estamos passando, e, quando escolhemos, garantimos a nós mesmos que conseguiríamos, que seríamos fortes, corajosos, e que a luta da vida seria com dignidade que passaríamos. Mas aqui na Terra nos esquecemos de tudo, pela Providência Divina, e muitas vezes empacamos na caminhada, com lamúrias, com reclamações, quantas e quantas vezes desmedidas e infundadas. Cada gota, cada coisinha mínima que acontece, fazemos tempestade e não suportamos. Não suportamos as pessoas, não suportamos nossa vida, não suportamos a nós mesmos. Que vida é essa, então? Vida de sofrimento, causado por nós mesmos.
Irmãos, reflitam nessas palavras e verifiquem como fazemos sofrer o nosso próprio ser pelo que não é motivo. Pensem como fazemos grande o que é pequeno como uma cabeça de alfinete. Não agigantem demais o sofrer de vocês. Pensem quantos seres realmente sofrem dores dilacerantes, dores verdadeiras e atrozes. Vocês, meus queridos, são privilegiados e muito amados. A iluminação dos seres de luz está sobre vocês.

Graças a Deus."



Psicografia recebida em reunião feita em SP, pela médium N. Ricci, em 2010.

"PACIÊNCIA

Quantas vezes a paciência escapa da vida, das mãos e da alma de vocês. Quando a paciência escapar, procurem-na novamente. Há que se ter paciência desde que se coloca o pé para fora da cama até o momento que novamente a cabeça é colocada no travesseiro. Paciência, em primeiro lugar, consigo mesmo. Depois, com os que estão imediamente ao nosso lado e com os demais também. Paciência no trabalho, paciência para comer, para tomar banho. Como a paciência é importante. Procurem ter toda a paciência do mundo, sempre."


Psicografia recebida em reunião feita em SP, pela médium N. Ricci, em 2010.

O voo da alma

VIVAM DE FORMA QUE, QUANDO SUA ALMA, ENFIM, LIVRE, DEIXAR-LHE O CORPO, SEJA FEITO COMO UM PÁSSARO A DAR O SEU PRIMEIRO VOO. ELE TITUBEIA NO INÍCIO, TEM MEDO, MAS BATE, ENFIM, AS ASAS, LIVRES, NO AR SOB O CÉU AZUL E LÍMPIDO, PLANANDO SOBRE AS ÁRVORES. QUE FELIZES FICAM OS PÁSSAROS NESSE PRIMEIRO VOO. VIVAM DESTA MANEIRA: LEVES, BONS, DE ACORDO COM O CAMINHO TRAÇADO PELO PAI MAIOR. VIVENDO ASSIM, AO PARTIR VOCÊS SERÃO COMO O PÁSSARO NO PRIMEIRO VOO. VOARÃO MUITO LEVES, SEM PESO ALGUM, RUMO AO INFINITO."


Psicografia recebida em reunião feita em SP, pela médium N. Ricci, em 2010.

Bagagem da existência

ASSIM COMO DE TEMPOS EM TEMPOS ABRIMOS O GUARDA-ROUPA E DELE RETIRAMOS O QUE NÃO NOS SERVE OU NÃO QUEREMOS MAIS, FAÇAM O MESMO COM A BAGAGEM DA EXISTÊNCIA DE VOCÊS. RETIREM, DE TEMPOS EM TEMPOS, TUDO O QUE PODE PREJUDICÁ-LOS: AS MÁGOAS, OS RESSENTIMENTOS, AS TRISTEZAS DESCABIDAS, OS ÓDIOS QUE DILACERAM A ALMA. LIMPEM DA BAGAGEM TUDO, TUDO O QUE NÃO SERVE. DEIXEM-NA LEVE, APENAS COM O CRESCIMENTO QUE OBTIVERAM, COM O BEM QUE FIZERAM, COM O PERDÃO QUE DERAM, COM O AMOR INCONDICIONAL. FAÇAM ASSIM PARA QUE NÃO HAJA ARREPENDIMENTOS FUTUROS."


Psicografia recebida em reunião feita em SP, pela médium N. Ricci, em 2010.

29.11.10

O amanhecer

"O dia amanhece sempre, independente do que tiver ocorrido no dia anterior. Por isso, é preciso sempre ser forte como o amanhecer. Não importa o que aconteça na vida de vocês, estejam fortes para lutar, para prosseguir, para continuar vivendo. Precisamos amanhecer sempre, estando tristes, estando alegres, o pensamento sempre precisa estar voltado para o amanhã, para o que vocês ainda têm de fazer aqui na Terra. Enquanto estiverem encarnados, tenham sempre o pensamento firme para um novo amanhecer."

Um amigo


Psicografia recebida em reunião feita em SP, pela médium N. Ricci, em 2010.

Aceitando a luz

"Quanta dor, quanta saudade, quanto sofrimento, quanto medo sentimos quando nos desprendemos do nosso corpo. Ficamos perturbados, parece um sofrer eterno, um lamento sem fim. O tempo parece não passar, parece deslizar lentamente num sofrer que machuca, machuca muito. Até o momento em que começamos a aceitar a luz que nos é enviada. Luz de vocês, do amor de vocês, da saudade de vocês. Luz de amigos que aqui chegaram antes de nós. Daí, nesse momento, o nosso coração, antes tão dolorido e machucado, começa a se refazer. Parece que, antes quebrado, começa a ter os pedaços colados até ficar inteiro novamente. Então, o tempo, que antes parecia não passar e parecia ser nosso inimigo, se torna nosso amigo e passa mais tranquilo, mais suave. Isso, em grande parte, vai depender de nosso esforço maior, de nossa fé, de nossa vontade, de nossa aceitação. A maior parcela para a nossa melhora cabe a nós, e a mais ninguém. Precisamos sempre ter a fé em Deus e a confiança Nele forlalecidas, dia após dia, ainda quando encarnados. E precisamos viver menos apegados, menos presos ao que é matéria grosseira, cuidando o maior tempo possível das coisas do espírito, das coisas de Deus.
Fiquem em paz, fiquem com Deus, sempre com fé e muito amor."

Um amigo


Psicografia recebida em reunião feita em SP, pela médium N. Ricci, em 2010.

Missão

"Missão

Cada ser que chega à Terra vem com uma missão. Todos, sem exceção, têm uma missão. Missão que precisa ir até o fim. Do berço ao túmulo. Missão que nunca, jamais, pode ser interrompida.

Como sofrem os irmãos com missão interrompida no meio do caminho. Interrompida por fraqueza, por desânimo, por medo, por solidão. Pobres almas que interrompem a existência. Pobres almas perdidas e que choram a não completude da missão a que vieram.

Felizes os que se vão no momento do chamado de Deus. Felizes os que chegam até o fim da sua missão. Ainda que pensem que ainda tinham metas e objetivos a cumprir. Não! Se a existência não se interrompe por uma atitude insana, é missão cumprida, é de acordo com os desígnios de Deus.

Se se vai embora com uma tenra idade, ainda esse serzinho tão pequeno, tão novo, que se foi, também teve a sua missão cumprida. E o sofrimento de seus amados entes que ficaram pode ser também ser considerado parte da missão.

A perda que sofremos, ou melhor, as perdas inúmeras que sofremos e que nos arrasam, nos destroem, também fazem parte de nossa missão.

A nossa existência é uma missão. Tudo, tudo o que viemos aqui fazer e passar é a nossa missão.

Por isso, amigos e irmãos tão amados, o desânimo que perpassa todo o ser de vocês, muitas vezes, do fio do cabelo à unha do pé, precisa ser extirpado. Extirpado e substituído pelo viver, viver da melhor maneira possível, cumprindo sua missão à risca.

Para não haver arrependimento. Aliás, a maior parte dos sofrimentos tem um só nome: arrependimento.

Por isso, vivam de forma que não se arrependam no final e que possam dizer quando lhes for perguntado: "Você cumpriu sua missão? Possam responder: "Sim". "E cumpriu bem a sua missão". Respondam: "Sim"."


Um amigo



Psicografia recebida em reunião feita em SP, pela médium N. Ricci, em 2010.

Caminho árduo

"Pensem numa subida bastante inclinada, íngreme. Uma subida muito, muito difícil. Assim é a vida. No caminho, dá exaustão, dá falta de ar, o coração acelera. Mas ainda assim a subida está lá para continuarmos. Firmes. Respirar fundo e prosseguir. A subida da vida, ainda que difícil, dura, árdua, tem de ser percorrida de cabeça erguida, firmes, fortes, até o fim. Sem desânimo, sem pressa de que acabe. A subida vai acabar no momento exato, certo, justo. Por isso, sigam com essa fé e essa força na subida da vida de vocês. Quando terminar, tenham certeza de que haverá uma água fresquinha vinda da fonte divina que lhes refrescará a alma.

Fiquem com Deus."

Um amigo


Psicografia recebida em reunião feita em SP, pela médium N. Ricci, em 2010.

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Fonte: Blog de Espiritismo

28.11.10

Como funciona a psicografia

O mecanismo de funcionamento da psicografia, ainda segundo Kardec, pode ser consciente, semi-mecânico ou mecânico, a depender do grau de consciência do médium durante o processo de escrita.

No primeiro caso, o mais controverso e difícil de validar com o mínimo de objetividade, o médium tem plena consciência daquilo que escreve, apesar de não reconhecer em si a autoria das idéias contidas no texto. Tem a capacidade de influir nos escritos, evitando informações que lhe pareçam inconvenientes ou formas de se expressar inadequadas.

No segundo, o médium pode até estar consciente da ocorrência do fenômeno, perceber o influxo de idéias, mas é incapaz de influenciar no texto, que basicamente lhe escorre das mãos. O impulso de escrita é mais forte do que sua vontade de parar ou conduzir voluntariamente o processo.

No terceiro caso, o mais adequado para uma averiguação experimental controlada, o médium pode escrever sem sequer se dar conta do que está fazendo, incluindo-se aí a possibilidade de conversar com interlocutores sobre determinado tema enquanto psicografa um texto completamente alheio ao assunto em pauta. Isso porque, segundo Kardec, esses médiuns permitiriam ao espírito agir diretamente sobre sua mão ou seu braço, sem recorrer à mente.


Fonte: O livro dos médiuns

21.11.10

Curso Superior de Espiritismo no Brasil

Primeiro curso superior de Espiritismo do país começa em 2011, em Curitiba.


Começa a funcionar no ano que vem o primeiro curso superior de Teologia Espírita do Brasil. O estudo da doutrina dos espíritos, codificada pelo educador e pesquisador francês Alan Kardec (1804-1869) há um século e meio não será mais exclusividade dos centros espíritas espalhados pelo país.

A partir do ano que vem os adeptos da doutrina poderão estudá-la, com direito a diploma, beca e tudo o mais que uma graduação universitária dá direito. Foi o que decidiu o Ministério da Educação ao autorizar em setembro o funcionamento do primeiro curso de bacharelado em Teologia Espírita do Brasil, que será ministrado na Faculdade Dr. Leocádio José Correia, em Curitiba (PR).

“A idéia do curso é formar não só bacharéis, mas também pesquisadores do Espiritismo”, diz Maury Rodrigues da Cruz, presidente da Sociedade Brasileira de Espiritismo e idealizador do curso de quatro anos. As inscrições para o vestibular estarão abertas até 13 de dezembro e os candidatos que disputarão as 100 vagas oferecidas terão de passar também por uma entrevista com especialistas. “É uma forma de avaliarmos melhor os interessados, assegurando o ingresso de pessoas realmente comprometidas com a pesquisa”, explica Cruz.


As bases da doutrina são a crença num Deus único, criador de todo o Universo, e na imortalidade do espírito, que evolui sempre, por meio de várias encarnações. Um dos objetivos do curso é a análise do Espiritismo em suas linhas religiosa, filosófica e científica. A existência da alma, sua sobrevivência ao transe da morte e os fenômenos mediúnicos compõem um universo ainda pouco estudado nas rodas acadêmicas.

"É preciso dar massa crítica e espírito investigativo à obra de Kardec”, analisa Cruz. Nicete Bruno, espírita desde a juventude, aprova a criação da universidade. “No âmbito coletivo, o estudo dos fundamentos espíritas contribuirá para desmistificar muitos aspectos do Espiritismo. E quem se habilitar a fazer a faculdade com certeza ganhará muito em autoconhecimento”, afirma a atriz.

O Espiritismo surgiu na França no século XIX e tem no Brasil hoje sua maior comunidade. Segundo o último censo do IBGE, são 2,34 milhões de adeptos. Como estima-se que os espíritas assumidos em todo o planeta não passem de 15 milhões, pode-se dizer que o Brasil é o país do Espiritismo. Foi também em solo brasileiro que viveu Francisco Cândido Xavier (1910-2002), considerado o mais produtivo médium espírita. Em sua longa vida, Chico Xavier, como era conhecido, psicografou 463 títulos, sob a inspiração do espírito Emmanuel. Seus livros correram o mundo e chegaram ao volume de 25 milhões de exemplares vendidos. Não pensem os mais afoitos, no entanto, que a escola é uma versão brasileira de Hogwarts, a escola de formação de bruxos dos livros e filmes de Harry Potter, personagem criado pela britânica J.K.Rowling. A essa turma, o criador do curso Maury da Cruz manda um recado: “Não vamos formar bruxos, videntes ou médiuns, muito menos ensinar a ver fantasmas”, brinca ele.

Geraldo Lemos Neto | Vinha de Luz Editora | Paulo Valdeci Jorge
17/11/2010

Suicídio NUNCA. Veja o porquê.

CINCO LEMBRETES ANTI-SUICIDIO


1. A vida não acaba com a morte.
A morte não significa o fim da vida, mas somente uma passagem para uma outra vida: a espiritual.

2. Os problemas não acabam com a morte.
Eles são provas ou expiações, que nos possibilitam a evolução espiritual, quando os enfrentamos com coragem e serenidade. Quem acredita estar escapando dos problemas pela porta do suicídio está somente adiando a situação.

3. O sofrimento não acaba com a morte.
O suicídio só faz aumentar o sofrimento. Os espíritos de suicidas que puderam se comunicar conosco descrevem as dores terríveis que tiveram de sofrer, ao adentrar o Mundo Espiritual, devido ao rompimento abrupto dos liames entre o Espírito e o corpo. Para alguns suicidas o desligamento é tão difícil, que eles chegam a sentir seu corpo se decompondo. Além disso, há o remorso por ter transgredido gravemente a lei de Deus, perante a qual suicidar-se equivale a cometer um assassinato.

4. A morte não apaga nossas falhas.
A responsabilidade pelas faltas cometidas é inevitável e intransferível. Elas permanecem em nossa consciência até que a reparemos.

5. A Doutrina Espírita propicia esperança e consolação quando oferece a certeza da continuidade infinita da vida, que é tanto mais feliz quanto melhor suportamos as provas do presente.


Retirado do livro Palavras Simples,
Verdades Profundas, de Rita Folker
EME Editora

20.11.10

Espiritismo e a depressão

DEPRESSÃO - PROBLEMA ESPIRITUAL, FÍSICO OU PSICOLÓGICO ?


Dr. Marcelo Caixeta, médico espírita, especializado em psiquiatria pela Universidade de Paris e pesquisador da Universidade Federal de Goiás, tem larga experiência no tratamento dos distúrbios mentais e psicológicos de origem física e espiritual.
Em entrevista exclusiva ele aborda o tema da depressão, cuja ocorrência vem crescendo assustadoramente nos últimos anos.

Doutor Marcelo, o que é, afinal, a depressão?

Depressão é uma alteração cerebral, seja ela química ou anatômica, que produz alguns sintomas como tristeza, falta de ânimo e prazer, angústia, ataques de ansiedade, taquicardia, falta de ar, medo de sair de casa, de lugares abertos, de andar de carro, ônibus, de aglomerações, falta de sono, falta ou excesso de apetite, sentimento de que "tudo está ruim, todo lugar está ruim, nada é bom para se fazer". Em casos mais graves, o paciente pode sentir-se culpado por qualquer coisa, pode ter idéias negras de que vai morrer, de que ele ou algum parente próximo estão com alguma doença grave, passa a ter medo de tudo isto. Em casos mais dramáticos pode tentar inclusive o suicídio (85% das pessoas que se suicidam atravessam um período depressivo).

É uma doença muito comum, pois estatísticas da Organização Mundial da Saúde apontam que 5% das pessoas tiveram, têm ou terão algum episódio depressivo.

A tristeza que o depressivo sente é a mesma que nós sentimos?

Não. É muito mais profunda, uma tristeza angustiosa, geralmente sem motivo ou de motivo fútil, não melhora com o passar do tempo ou com atividades agradáveis, nem com repouso, nem com atividade religiosa, pois é uma doença primariamente física. É claro que a atividade religiosa, como no caso de outras doenças físicas, câncer, por exemplo, pode ter um grande efeito benéfico sobre a saúde espiritual e psicológica da pessoa, no entanto, não devemos, por exemplo, esperar que uma oração "cure" uma depressão, assim como não podemos esperar que "cure" um câncer (para isto Deus nos legou o bálsamo dos recursos médicos).

A depressão, portanto, não tem causa espiritual, como muitos dizem?

Há basicamente três tipos de depressão: uma causada por problemas cerebrais ou corporais, com por exemplo, um tumor cerebral ou um mal-funcionamento da glândula tireóide; outra causada por fatores genéticos, sem nenhuma motivação psicológica; e, finalmente, a dos indivíduos que não cuidam adequadamente da higiene mental e espiritual, esgotando assim algumas substâncias químicas do cérebro.

Nos dois primeiros tipos, os fatores orgânicos são os principais, mas neste terceiro tipo, se o indivíduo tiver uma boa formação moral, religiosa, espiritual, caritativa, se tiver uma vida sem grandes ambições, sem grandes estresses, ele pode nunca a chegar a desenvolver uma depressão. Portanto, para esta depressão do terceiro tipo, as atividades religiosas, de auxílio ao próximo, de simplicidade de vida e de propósitos, podem ser um grande fator preventivo.

Agora é também preciso que se diga que, mesmo as doenças que hoje são físicas, corporalizadas, têm causas profundas em nosso passado: quando não são causadas por nosso próprio remorso, são engendradas pelas nossas faltas que repercutem no perispírito ou são fruto do planejamento dos Engenheiros do Espaço que manipulam nossa carga genética e nosso organismo para que tenhamos as provas que sejam necessárias ao nosso próprio beneficio perante a Evolução.

O que fazer diante de um deprimido?

Primeiro, devemos acolhê-lo com a caridade, a compreensão, a paciência e a solicitude que Jesus nos ensinou tenhamos para com qualquer criatura. Não sobrecarregá-lo mais ainda, dizendo-lhe "que pode sair desta", que "deve freqüentar um centro", que "deve estar obsedado", mandá-lo para desenvolver mediunidade etc. Geralmente estes conselhos pioram o estado do deprimido, pois ele sabe que deveria realmente acatá-los, mas não tem forças físicas para isso.

É, portanto, necessário que, respeitemos sua doença, pois como diz André Luiz, a biologia tem suas leis. O auxílio médico é, portanto, indispensável (este se faz, na maioria dos casos através de medicação, de tratamento de uma doença de base que possa estar causando a depressão, como por exemplo, uma doença da tireóide, através de estimulação eletromagnético cerebral para os casos mais graves e através do constante apoio psicológico ao doente, que é um dos mais carentes no âmbito medico).

A obsessão espiritual tem algum papel na depressão?

Assim como uma obsessão espiritual dificilmente causaria um tumor, um câncer, também dificilmente causaria de modo direto uma depressão (tipos 1 e 2). A obsessão espiritual, na grande maioria das vezes atua indiretamente sobre nossos órgãos, sempre através de um comportamento desregrado aos quais os espíritos podem nos induzir, estimular, compartilhar.

Por exemplo, um paciente que tenha um temperamento ansioso, obcecado, ambicioso, pode ficar muito bem se tiver uma vida regrada.

No entanto, sob influência e indução espiritual pode passar a beber, fumar, ter uma vida de ambição, de estresse, de poder, de ganhar muito dinheiro, de desregramentos instintivos. Estes fatores irão então atuar num temperamento já predisposto, podendo assim levar a uma depressão do tipo 3.

Fonte : Revista Espírita Allan Kardec

10.11.10

PRECE DE CÁRITAS em Vídeo

Palestras Públicas para Centro Espírita


Cada arquivo contém textos doutrinários para o expositor, planos de palestras e transparências prontas para imprimir. Os arquivos estão em formato PDF e, para visualizá-los, será necessário um programa específico como o Foxit PDF Reader ou Adobe PDF Reader. , clique no tema para baixar é grátis.




TEMA - REENCARNAÇÃO



1 - REENCARNAÇÃO E JUSTIÇA DIVINA
2 - O PROCESSO REENCARNATÓRIO
3 - REENCARNAÇÕES VITORIOSAS
4 - REENCARNAÇÕES DOLOROSAS
5 - A REENCARNAÇÃO E A CIÊNCIA
6 - ENCARNAÇÕES NOS DIFERENTES MUNDOS


TEMA - VIDA EM FAMÍLIA


1 - VISÃO ESPÍRITA DO CASAMENTO
2 - MISSÃO DOS PAIS
3 - FILHOS NA VISÃO ESPÍRITA
4 - SEPARAÇÃO E DIVÓRCIO
5 - DOENÇAS E DESEQUILÍBRIOS NO LAR
6 - O IDOSO NA FAMÍLIA


TEMA - MORTE

1 - A MORTE EXISTE?
2 - MORRI, E AGORA?
3 - PROCESSO DESENCARNATÓRIO
4 - PERDA DE PESSOAS AMADAS
5 - MORTES PREMATURAS
6 - A VIDA FUTURA


TEMA - VÍCIOS E PROBLEMAS

1 - ALCOOLISMO
2 - DROGAS: CAUSAS E CONSEQÜÊNCIAS
3 - DROGAS E JUVENTUDE
4 - FUMO: CAUSAS E CONSEQÜÊNCIAS
5 - ADULTÉRIO
6 - VIOLENCIA DOMÉSTICA


TEMA - ABORTO

PALESTRA ÚNICA



FONTE : CENTRO ESPÍRITA

7.11.10

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